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Na última segunda-feira (23), o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou a redução da previsão de crescimento do PIB brasileiro de 2,3% para, agora, 1,8% durante o ano de 2018. Alguns motivos
para a redução do índice foram a greve dos caminhoneiros, que impactou
fortemente na economia no mês de maio, e a incertezas sobre as eleições
presidenciais de outubro próximo. Além disso, um ponto bastante alertado é
sobre a necessidade de uma Reforma da Previdência no Brasil. É nítida a
importância de tal modificação, visto que, inicialmente, a expectativa de vida
já é superior a 75 anos (2016) e a Previdência tem que pagar ao contribuinte por
mais tempo, o mesmo valor de benefício, mas com os mesmos anos de contribuição.
Evidentemente que não vai se sustentar com quase R$ 268 milhões de déficit no
setor previdenciário. Não há país que se sustente. Por mais que o Brasil vá empurrando
aos poucos as mudanças, vai chegar o momento em que ‘a conta’ aparecerá. Para
que o mal não aconteça, é fundamental que você, caro leitor ou leitora, fique a
par de como os candidatos à Presidência tratam este delicado e, ao mesmo tempo,
tema de papel central na economia brasileira. Além de planejar fazer uma
reforma estrutural no regime da Previdência, é preciso um combate aos privilégios
com as grandes aposentadorias, fraudes e benefícios excessivos dos que ocupam
os mais cargos altos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
HEGEMONIA - Os partidos de esquerda devem consolidar vitórias na maioria
dos estados nordestinos. Flávio Dino (PCdoB) deve ser reeleito no Maranhão. Os
petistas Camilo Santana (Ceará), Rui Costa (Bahia) e Wellington Dias (Piauí)
têm ampla margem sobre adversários nas pesquisas. No Rio Grande do Norte, a
favorita é a senadora Fátima Bezerra (PT). Logo atrás, na disputa potiguar,
está Carlos Eduardo (PDT), que foi prefeito de Natal durante 12 dos últimos 16
anos.
DECISÃO - Acontecerá hoje, em Brasília, uma reunião entre representantes de
DEM, PRB, PR e PP (partidos que compõem o bloco chamado de ‘Centrão’) para
ajustes antes do anúncio final do apoio das siglas ao pré-candidato à
Presidência do PSDB, Geraldo Alckmin. Um dos pontos colocados em pauta será sobre
os nomes possíveis para a vaga de vice, após o recuo do empresário Josué Gomes,
filho do ex-vice-presidente José Alencar (governo Lula), em aceitar o convite
de Alckmin.
BOLA DA VEZ - Um dos nomes mais elogiados pelos membros do PSDB é do
deputado federal e ex-ministro Mendonça Filho (DEM-PE). Porém os democratas
preferem que os tucanos garantam apoio à reeleição de Rodrigo Maia na presidência
da Câmara a ocuparem a vaga de vice na chapa de Alckmin. Atualmente, Mendonça é
pré-candidato ao Senado pela chapa encabeçada pelo senador e candidato ao
Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB).
FIM DO XADREZ - As dúvidas sobre as chapas majoritárias na disputa do
governo estadual serão definidas, finalmente, até a próxima semana, quando ocorrem
as últimas convenções partidárias. A maioria dos partidos deixa para fazer
convenção no fim do prazo visando a um maior prazo de articulação de apoios.
PERGUNTO - Por onde andam o presidente Michel Temer e as ações do governo,
ambos sumidos do noticiário?