Em 2016, o então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), colocou a mão na cabeça de Doria, bancou o nome dele nas prévias contra membros tradicionais do PSDB e elegeu o “novo” prefeito de São Paulo. Mal assumiu a prefeitura e Doria começou a sabotar a candidatura de Alckmin à Presidência, em clara falta de lealdade ao seu padrinho político. Recuou e ficou mesmo com a candidatura ao governo paulista. Está rejeitado por cerca de 50% dos paulistanos após descumprir a promessa de que não iria renunciar ao cargo de prefeito. Deixou o cargo municipal em abril deste ano e agora, novamente, conspira contra Geraldo Alckmin. O jornal O Globo revelou, em reportagem no fim da tarde desta segunda-feira (24), conversas de grupos de Whatsapp de aliados de Alckmin, que criticam Doria por fazer, às escondidas, dobradinha com Bolsonaro, liberando os candidatos a deputado federal e estadual para apoiarem quem bem entender. Se o candidato do PSDB à Presidência tivesse um melhor desempenho em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, teria muito mais chances de ir ao segundo turno. Doria dizia tanto que é o novo e mostrou ser mais um “velho” e raposa política, o que os que acompanham a política já sabiam. Óbvio que, se arrependimento matasse, Alckmin já estaria há séculos no jazigo da sua família no Cemitério de Pindamonhangaba.
DIFICULDADES - A candidata do PSOL, Dani Portela, tem algo diferente de outros e outras postulantes do partido. A falta de objetividade. Em quase todo tema que se pergunta de propostas, ela apenas critica a forma como está, mas não apresenta solução. O eleitor seletivo percebe isso, algo que não é característico do PSOL. Recentemente, ao ser questionada no Diário de Pernambuco sobre Reforma Administrativa, ela disse que é preciso uma auditoria na dívida pública. Viajou.
OLHA O POPULISMO - Os dois principais candidatos ao Governo de Pernambuco fazem promessas mirabolantes. Paulo Câmara (PSB) promete, entre outras coisas, um 13º salário do Bolsa Família e um ProUni estadual. Armando Monteiro (PTB) promete zerar o IPVA para as motos de até 150 cilindradas. Resta saber qual a mágica será feita diante do déficit da previsão de déficit primário de quase R$ 170 milhões nas contas de Pernambuco.
OLHO NA TV JORNAL - Nesta terça, a partir das 11h acontecerá mais um debate que pode influenciar na corrida eleitoral acirrada. Será o primeiro debate na TV sem Graça Araújo. Anne Barreto será a mediadora. Participam Paulo Câmara (PSB), Armando Monteiro (PTB), Dani Portela (PSOL) e Maurício Rands (PROS). No instagram.com/portalrcf você terá comentários.
QUARTA É SBT - Na quarta-feira (26), o SBT promove um grande debate entre os postulantes ao Planalto. Das 17h45 às 19h30, com mediação de Carlos Nascimento. A emissora de Silvio Santos mantém o horário desde 2014 e vem rendendo boa audiência, na hora em que boa parte da população chega em casa.
IBOPE E DATAFOLHA - Na quinta e na sexta saem pesquisas dos dois institutos para a disputa para o Governo de Pernambuco e para o Senado. Agora, acirrou de vez o embate em Pernambuco. É até bom após duas disputas de cartas marcadas: 2010 com a surra de Eduardo Campos sobre Jarbas e 2014 com Paulo Câmara garantido com antecedência. Para presidente, o Datafolha divulga um super levantamento, com 8 mil entrevistas, na sexta-feira às 21h.
PERGUNTAR NÃO OFENDE - Fernando Haddad disse que “é preciso derrotar os golpistas” nessa eleição. Ele quer que o povo derrote Paulo Câmara ou a aliança PT-PSB é incoerente?
*JOSÉ MATHEUS SANTOS escreve sobre política todas as segundas-feiras e participa do projeto Numerologia, analisando as principais pesquisas durante da campanha eleitoral.
LUCAS ROCHA
Restando menos de duas semanas para as eleições, a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas parece ser acrescida de eventos inusitados. Na última sexta-feira (21), o candidato da Rede Sustentabilidade, Julio Lóssio, foi expulso da sigla por se aliar a lideranças pró-Bolsonaro, fato que aconteceu também com a prefeita de Panelas, Joelma Campos (ex-PSB), expulsa do partido por declarar apoio ao presidenciável do PSL.
Mesmo com a decisão do partido encabeçado pela ex-ministra Marina Silva, Lóssio continua percorrendo o estado cumprindo agenda de campanha. Nesse fim de semana, participou de carreata e comício em Bodocó, no Sertão do São Francisco. O candidato afirmou, por meio de nota, que, apesar de não ter sido notificado da decisão do partido, ele continuará a campanha.
Taxando como “manifestação opressiva e antidemocrática”, Julio afirmou que o partido tomou a decisão "sem dar direito de defesa”. A expulsão foi realizada pela executiva estadual de maneira unânime, e aconteceu depois que o ex-prefeito de Petrolina e candidato ao governo fez, segundo o porta-voz nacional da Rede, Pedro Ivo, aliança com os aliados de Bolsonaro, Luiz Meira e Gilson Machado. A legenda pedirá a retirada da candidatura de Lóssio junto ao Tribunal Regional Eleitoral baseando-se em infidelidade partidária às pressas por conta da preparação das urnas.
Acredita-se, nos bastidores, que a Rede passará a apoiar o governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) na reta final da disputa. Resta saber como ficarão os quadros daqui pra frente, principalmente se levarmos em consideração o fato de Lóssio conseguir convencer o TRE-PE e levar a candidatura adiante, e o partido declarar apoio ao governador. No mínimo, teremos uma situação bem inusitada na reta final do pleito. Lóssio será defendido no caso pela advogada eleitoral e ex-ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luciana Lóssio, sua prima.
Foi divulgada, na manhã desta segunda-feira (24), mais uma rodada de pesquisas para governador de Pernambuco. O Instituto Real Time Big Data ouviu 1.000 eleitores em todo o estado entre a quinta (21) e a sexta-feira (22). A margem de erro é de 3%. O registro da pesquisa é: PE-03887/2018. Confira os números da pesquisa estimulada, quando são apresentados os nomes dos candidatos:
Paulo Câmara (PSB) 34%
Armando Monteiro (PTB) 30%
Julio Lossio (Rede) 5%
Maurício Rands (PROS) 4%
Dani Portela (PSOL) 2%
Outros 1%
Brancos e nulos 15% Indecisos 9%
Em uma simulação de segundo turno entre os dois mais bem pontuados, o candidato à reeleição Paulo Câmara, do PSB, teria 40% contra 38% do oposicionista Armando Monteiro (PTB), brancos e nulos 17% e indecisos 5%.
REJEIÇÃO
Paulo Câmara (PSB) 45%
Armando Monteiro (PTB) 30%
Maurício Rands (PROS) 19%
Julio Lossio (Rede) 17%
Simone Fontana (PSTU) 17%
Dani Portela (PSOL) 17%
Ana Patricia Alves (PCO) 15%
SENADO
Na disputa pelo Senado, o Real Time Big Data apontou Jarbas Vasconcelos (MDB) em primeiro lugar com 33% das intenções de voto, seguido de Mendonça Filho (DEM) com 30%, em empate técnico entre os dois primeiros colocados. Humberto Costa (PT) tem 26%, Bruno Araújo (PSDB) passou Silvio Costa e tem 14%, enquanto Costa (Avante) está com 11%. Pastor Jairinho (Rede) 4%, Adriana Rocha (Rede) 2%, Outros 2%. Indecisos no primeiro voto são 9%, Brancos/Nulos no voto 1, 15%, Indecisos na segunda vaga, 33%, Brancos/Nulos no segundo voto, 21%.
Ocupando pela primeira vez o Palácio do Planalto, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, assinará duas leis, uma que modifica o prazo de licença paternidade para militares e a outra que inscreve o nome do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes (1916-2005) no Livro dos Heróis e das Heroínas da Pátria.
No período em que estiver na Presidência da República, Toffoli também vai assinar a recondução de Henrique Ávila para o Conselho Nacional de Justiça.
Em decorrência da viagem de Temer ao exterior e como o cargo de vice-presidente está vago, a primeira pessoa da linha sucessória no país é o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o segundo, o do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).
Porém, a legislação eleitoral impede a candidatura de ocupantes de cargos no Executivo nos seis meses que antecedem as eleições. Se Maia ou Eunício assumissem a Presidência da República, ficariam inelegíveis e não poderiam disputar as eleições de outubro.
Em julho, quando substituiu Temer na Presidência, a ministra Cármen Lúcia sancionou lei em que inseriu mais quatro nomes no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.
Na ocasião, foram incluídos Maria Quitéria de Jesus Medeiros, Sóror Joana Angélica de Jesus, Maria Felipa de Oliveira e João Francisco de Oliveira (João das Botas), que participaram da Independência da Bahia.
O livro é feito de aço e reúne os nomes de homens e mulheres que se destacaram na defesa da liberdade do país.
A publicação se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Milhares de pessoas foram ao centro do Recife na manhã deste sábado (22), para acompanhar os candidatos à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), e à reeleição Paulo Câmara (PSB). Um comício marcou o encerramento do ato.
No local, Fernando Haddad reforçou o compromisso com o governador Paulo Câmara e falou da necessidade de eleger um time que ajudará o Brasil voltar a ser dos brasileiros e a manter Pernambuco no caminho dos avanços. “Queria fazer um agradecimento ao povo aqui do Recife e de Pernambuco. Quero dizer: não se faz nada sozinho. A gente tem mania de achar que elege presidente e está resolvido. O presidente precisa de parceria no congresso e parceria dos governadores, senão não consegue governar e temos muita coisa para arrumar. Temos que estar unidos todos nós. Aqui temos o Paulo Câmara! Vamos, em 2018, olhar com força o país que a gente quer construir. O povo quer o país de volta. Preciso de vocês. Não fazemos sozinhos. O Lula não fez sozinho, o Lula tinha time. Temos time e lado. O lado do povo. Até a vitória!”, afirmou Haddad.
Sempre lembrando o ex-presidente Lula, Haddad também destacou que, em poucos dias, o Brasil será novamente resgatado para o povo brasileiro. Ele também pontuou que, com Lula, o Nordeste viveu seu período de maior crescimento. “No Brasil do Lula, nós cuidávamos de todos os estados brasileiros da mesma maneira. Tem gente que se queixa, porque o Nordeste se desenvolveu mais que média nacional. Por que o Nordeste se desenvolvia mais? Tinha crescimento chinês. O Brasil crescia 4 e Nordeste, 9%. Por que isso aconteceu? Porque a primeira vez que algum presidente olhou para o Nordeste foi (no governo) Lula. Porque ele sabia a dívida do Nordeste histórica na Educação, na Saúde”, acrescentou.
O governador Paulo Câmara disse que “a população de Pernambuco tem a responsabilidade de ajudar na missão de fazer o Brasil voltar a ser feliz com o time de Haddad e Lula, tirando o país do atraso com a Turma de Temer”. O socialista também enfatizou que, nesta reta final da campanha, não vai faltar empenho e dedicação. “Quero dizer ao povo de Pernambuco que a gente tem muita honra de ter aqui o apoio do presidente Lula. O apoio do presidente que fez tanto por Pernambuco, que quer fazer com que Pernambuco e o Brasil voltem a ser felizes. Haddad, sua vinda a Pernambuco significa isso: a esperança para o Brasil voltar a ser feliz e Pernambuco ficar na frente. Por isso, eu peço a vocês, nesse dia de sol de sábado, a gente tem uma caminhada de 15 dias e temos que escolher o lado do povo, o lado de Miguel Arraes, de Eduardo Campos, de Lula, de Fernando Haddad”, disse.
Candidata a vice-presidente, Manuela D’Ávila (PCdoB) também participou da caminhada e brincou com a quantidade de gente presente ao ato político. “É a primeira vez que venho ao Galo da Madrugada e termino com um discurso! A nossa caminhada parecia o Galo, de tanta alegria, de tanta gente, da multidão que abraça Haddad, que me abraça, que abraça Humberto, Paulo e Luciana. Que abraça o time de Lula em Pernambuco e diz que vamos vencer a eleição”, exaltou a candidata.
A fala ganhou reforço da candidata a vice-governadora Luciana Santos, do mesmo partido de Manu. “Muito me honra estar aqui como vice-governadora da Frente Popular de Pernambuco, que existe desde 1955, com Pelópidas. Não podemos ter dúvidas. Existem dois lados nessa eleição: ou estamos do lado do povo, da soberania nacional, do lado dos trabalhadores ou nós estamos do lado do Temer”, destacou Luciana.
Também presente no ato, o senador Humberto Costa (PT) lembrou que Pernambuco viveu um dos seus melhores períodos quando Lula era presidente e Eduardo Campos, governador. Humberto falou que essa parceria será novamente possível elegendo Paulo Câmara no Estado e Fernando Haddad, presidente da República. “Em duas semanas, temos escolher entre o time de Lula e a Turma do Temer. No dia 7 de outubro, é Paulo governador, Haddad presidente e Humberto senador!”.
Sessenta e um vereadores, ex-prefeitos e ex-vice-prefeitos do Agreste Meridional que defendiam a pré-candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes (PT) ao governo do Estado anunciaram, na manhã desse sábado (22), apoio ao candidato a governador Armando Monteiro (PTB). Inconformados com a manobra promovida pelo Palácio do Campo das Princesas, que culminou com a retirada da neta do ex-governador Miguel Arraes da disputa, os vereadores do Agreste resolveram deixar a Frente Popular e aderiram à campanha de Armando.
O apoio foi anunciado em Garanhuns, no Agreste Meridional, onde Armando esteve com os candidatos ao Senado Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM). Falando em nome dos colegas, o vereador de Garanhuns Alcindo Correia (PCdoB) destacou o processo antidemocrático que tirou Marília do páreo. "Eles é quem são golpistas. Armando será o futuro governador de Pernambuco", enfatizou Correia.
Armando agradeceu ao apoio e fez questão de chamar as lideranças de "companheiros de luta". "Gostaria de fazer uma homenagem à guerreira Marília Arraes. Esse povo acha que tomou conta do Estado. Mas o povo livre de Pernambuco vai tirar eles do Palácio", reforçou Armando. "Vocês são muito bem-vindos", arrematou.
Em seguida, na companhia do prefeito Izaías Régis (PTB), Armando caminhou pelas ruas da cidade, arrastando uma multidão no início da tarde. A caminhada foi seguida de um breve ato, no tradicional Espaço Colunata, na Avenida Santo Antônio. "Perceber o olhar de esperança dos jovens e o de confiança dos mais velhos é uma prova de que Pernambuco quer mudar. O atual governador já teve a chance dele e foi reprovado. Tudo piorou. Agora é a hora de mudar. Eles sabem que vão perder e já começaram o jogo sujo, atingindo as nossas famílias. Mas se vierem quente, vamos devolver fervendo", afirmou Armando. PETISTAS TAMBÉM COM MONTEIRO Alguns prefeitos do PT no interior também já sinalizaram apoio à candidatura de Armando, mesmo com o partido oficialmente no palanque do candidato à reeleição Paulo Câmara. Os prefeitos de Serra Talhada, Luciano Duque, e de Calumbi, Sandra da Farmácia, ambos do PT, já fizeram atos para apoiar Armando.
Doze dias depois de assumir o comando do Supremo Tribunal Federal (STF) , o ministro Dias Toffoli substituiu o presidente Michel Temer na Presidência da República. Temer viajou nesse domingo (23) para Nova York (EUA), onde participará da cerimônia de abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
É a primeira vez que Toffoli assume o Palácio do Planalto. Como o cargo de vice-presidente está vago, a primeira pessoa da linha sucessória no país é o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a segunda, o do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
No entanto, a legislação eleitoral impede a candidatura de ocupantes de cargos no Executivo nos seis meses que antecedem as eleições. Dessa forma, se Maia ou Eunício assumisse a Presidência, ficariam inelegíveis e não poderiam disputar as eleições de outubro.
A Assembleia Geral da ONU está marcada para essa terça-feira (25) e está previsto um discurso do presidente brasileiro. Esta será a última vez que Temer vai participar da reunião das Nações Unidas como presidente da República.
Depois da Assembleia, está prevista uma reunião bilateral com chefes de Estado ainda a serem confirmados. Também há a perspectiva de reunião dos líderes do Mercosul com os representantes da União Europeia para discussão sobre temas econômicos.
Desde o último sábado (22), candidatos a cargos eletivos nas eleições de outubro não podem ser presos, a menos que seja em flagrante. A Lei Eleitoral veda prisões nos 15 dias anteriores à eleição. Após o primeiro turno, no dia 7 de outubro, a restrição valerá apenas para os candidatos que forem disputar o segundo turno.
A Lei Eleitoral também proíbe a prisão de eleitores, mas somente cinco dias antes do pleito, ou seja, a partir de 2 de outubro, os eleitores só podem ser presos em flagrante ou para cumprir sentença condenatória por crime inafiançável. A regra vale até 48 horas após a votação.
O Artigo 236 do Código Eleitoral diz que: "Nenhuma autoridade poderá, desde cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto".
O juiz eleitoral ou até o presidente da mesa receptora de votos pode expedir a salvaguarda em favor do eleitor que sofrer qualquer tipo de violência na sua liberdade de votar, ou pelo fato de já haver votado. Quem desrespeitar essa garantia pode ser preso por até cinco dias.
A Rede Sustentabilidade expulsou nesta sexta-feira (21), por infidelidade partidária, o candidato ao governo de Pernambuco, Julio Lossio. Anteriormente, a Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade divulgou um alerta informando que o candidato poderia sofrer abertura de processo disciplinar, consequente expulsão do quadro partidário e o cancelamento de candidatura ao governo do estado de Pernambuco. Dos 25 integrantes, 21 participaram da votação e por unanimidade, ele foi expulso do partido.
A nota foi divulgada, na última quarta-feira (19), após encontro entre Lossio, o postulante a deputado federal Coronel Meira (PRP) e Gilson Machado Neto (PSL), ambos apoiadores da candidatura à Presidência da República de Jair Bolsonaro (PSL).
Fonte: Diário de Pernambuco
RESPOSTA Em nota, o candidato Julio Lóssio afirmou: "nunca vi você expulsar alguém sem dar o direito de defesa". Ele disse ainda que vai recorrer em todas as instâncias possíveis.