Nova pesquisa do Ibope, encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, registra que Jair Bolsonaro (PSL) tem 31% das intenções de voto; Fernando Haddad (PT), 21%; e Ciro Gomes (PDT), 11%. Geraldo Alckmin (PSDB) foi citado por 8% dos entrevistados, Marina Silva (Rede) por 4% e João Amoêdo (Novo) por 3%.
Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB), ambos, têm 2% das intenções de voto. Cabo Daciolo (Patriota) foi citado por 1%. Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU) e Eymael (DC) não pontuaram. João Goulart Filho (PPL) não foi citado em nenhuma resposta.
Doze por cento dos eleitores entrevistados declararam votar em branco ou nulo; e 5% declarou não saber em quem votar ou recusou responder.
A pesquisa do Ibope foi feita de sábado (29) a domingo (30), com 3.010 eleitores, em 208 municípios. Conforme o instituto, o nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos . O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BR-08650/2018). VEJA TAMBÉM: análise estratificada da pesquisa Ibope entre os 4 candidatos mais pontuados
Conforme o Ibope, Jair Bolsonaro cresceu quatro pontos percentuais nas intenções de voto entre o levantamento de 26 de setembro (27%) e a pesquisa divulgada hoje. Fernando Haddad manteve-se com 21% das intenções de voto e Ciro Gomes oscilou de 12% para 11%. Geraldo Alckmin permaneceu com 8%.
Marina Silva oscilou negativamente dois pontos percentuais entre as duas pesquisas. João Amoêdo (3%), Alvaro Dias (2%) e Henrique Meirelles (2%) receberam as mesmas proporções de intenções de voto.
Cabo Daciolo oscilou positivamente um ponto percentual; e Guillherme Boulos oscilou negativamente também um ponto percentual. Vera Lúcia e Eymael mantiveram-se nas duas pesquisas com 0% das intenções de voto.
A proporção de eleitores que indicaram votar em branco ou nulo oscilou de 11% para 12%. Quanto aos entrevistados que não sabem ou não quiseram responder, o percentual oscilou de 7% a 5%.
Entre os entrevistados que declararam votar de “jeito nenhum” nos candidatos, Jair Bolsonaro manteve a rejeição em 44% e Fernando Haddad atingiu 38%, 11 pontos percentuais acima do observado na pesquisa divulgada em 26 de setembro. A rejeição de Marina Silva oscilou de 27% para 25%; Geraldo Alckmin manteve 19% e Ciro Gomes oscilou de 16% para 18%.
Henrique Meilrelles, Cabo Daciolo, Eymael e Guilherme Boulos têm, cada um, 10% das rejeições. Nove por cento declararam não votar de jeito nenhum em Vera Lúcia, o mesmo percentual de rejeição de Alvaro Dias. João Amoêdo é rejeitado por 8% e João Goulart Filho por 7%. Dois por cento dos entrevistados admitiram poder “votar em todos” e 6% não sabem ou não quiseram responder. Os percentuais da rejeição não são exclusivos, pode ser indicado mais de um candidato.
Como nas pesquisas anteriores, o Ibope ainda fez simulações de cenários no 2º turno. Na disputa entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, ambos atingiriam, empatados, 42% das intenções de voto. Nesse cenário, 14% dos votos seriam em branco e nulo; e 3% declaram não saber.
Na eventual disputa entre Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, o ex-ministro teria 45% dos votos e o deputado teria 39%. Nesse cenário, votos brancos e nulos somam 13% e 3% declaram não saber.
Em um confronto entre Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro, o tucano teria 42% e o candidato do PSL, 39% - resultado considerado empate técnico na margem de erro. Nesse cenário, 14% dos votos seriam em branco e nulo; e 3% declaram não saber.
Se o 2º turno fosse entre Bolsonaro e Marina, o deputado teria 43% e a ex-ministra, 38%. Nesse cenário, 17% de votos seriam em branco e nulo; e 2% declaram não saber.
A Câmara dos Deputados que sairá das urnas em outubro terá, além de um elevado índice de reeleição, nomes conhecidos na política brasileira, como deputados estaduais, senadores, ex-ministros, ex-prefeitos, ex-secretários e ex-parlamentares, ocupando as vagas dos que não tentaram ou não conseguiram renovar o mandato. As caras novas virão da escolha de policiais, evangélicos e celebridades ou da força do dinheiro e da relação de parentesco com oligarquias políticas.
A projeção foi feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base na estratégia dos partidos políticos de lançar nomes competitivos para disputar a Câmara dos Deputados. Para reforçar as bancadas de deputado federal, que definem os repasses do fundo partidário e o horário partidário, as legendas escalaram seus principais nomes para a Câmara e fizeram coligações competitivas.
Uma movimentação dos senadores indica, além de uma preocupação individual com a derrota na eleição majoritária, a estratégia dos partidos de reforçar a Câmara. Os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), José Agripino Maia (DEM-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do PT, e Lídice da Mata (PSB-BA), por exemplo, disputam uma cadeira de deputado federal e tendem a puxar votos para suas legendas.
Nessa linha, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) concorre à Câmara, assim como o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP), o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero (PPS-RJ), o ex-ministro do Trabalho Manuel Dias (PDT-SC) e o ex-deputado federal Marcelo Itagiba (PPS-RJ).
Segundo levantamento preliminar, coordenado pelo analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, a composição das bancadas não será muito diferente da atual. Conforme a análise, haverá um leve crescimento dos partidos de esquerda e de direita, acompanhado de uma discreta redução das legendas de centro.
O PT continuará tendo a maior bancada de deputados federais, com 55 a 65 integrantes, conforme o levantamento do Diap, seguido de MDB (44 a 50), PSDB (42 a 50), PP (40 a 48) e PSD (40 a 48). Em um segundo bloco, estão PR, DEM, PSB, PDT e PRB, com bancadas que devem ficar entre 20 e 40 deputados. PSL, PTB, Pros, PSC, PPS, PCdoB, Pode, PSOL e SD devem eleger entre dez e 20 deputados. Outros partidos não devem eleger mais do que dez parlamentares.
A partir desta terça-feira (2), a cinco dias das eleições, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido exceto em casos de flagrante delito ou de sentença criminal condenatória por crime inafiançável por desrespeito a salvo-conduto. A orientação está na legislação e prevista no calendário eleitoral.
Também nesta terça-feira será o último dia para a verificação das assinaturas digitais do Sistema de Transporte de Arquivos da Urna Eletrônica, do Subsistema de Instalação e Segurança e da Solução JE-Connect instalados nos equipamentos da Justiça Eleitoral.
Essa verificação deve ser feita por representantes dos partidos políticos e das coligações, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público e das pessoas autorizadas em resolução específica a formalizar pedido ao juízo eleitoral
Amanhã também é o último dia para os tribunais regionais eleitorais divulgarem na internet os pontos de transmissão de dados que funcionarão em locais distintos daquele de funcionamento da junta eleitoral.
As mulheres vão definir a eleição presidencial. É o que mostra a mais recente pesquisa. A nove dias da eleição, elas seguem mais indecisas que eles. Na pesquisa espontânea, quando não são mencionados os candidatos na disputa, 34% das mulheres dizem não saber em quem votar —há duas semanas, eram 40%. Entre os homens, o índice é de 19%.
Ainda segundo o Datafolha, 41% das mulheres pode mudar o seu voto, enquanto entre os homens o índice é de 27%, o que evidencia a disparidade. Dois fatores podem evidenciar essa indecisão superior feminina na eleição. O primeiro deles é a alta rejeição ao líder nas pesquisas, candidato Jair Bolsonaro (PSL), que é mais rejeitado entre as mulheres. Por isso, há parte das eleitoras com prudência e seletividade na escolha de um “antagonista” a Bolsonaro.
O segundo fator é a falta de representatividade das mulheres entre as candidaturas mais competitivas. Só há duas candidatas mulheres: Vera Lúcia (PSTU) e Marina Silva (Rede). A primeira delas não tem competitividade e é desconhecida por muito, enquanto Marina perdeu força durante a campanha eleitoral e se mostra praticamente sem chances de chegar ao Planalto. Além disso, suas falas não passam a confiança devida, embora ela evoque constantemente a necessidade de ampliar a participação feminina na política, ainda minoritárias.
Já na semana da eleição, o que as mulheres se perguntam é o seguinte: “e agora, quem poderá me defender?”
ÚLTIMOS DEBATES - O último debate para governador ocorrerá nesta terça-feira na TV Globo, às 22. Será uma boa oportunidade para os candidatos apresentarem suas propostas e ideias. Na quinta, no mesmo horário, o debate global será entre candidatos à Presidência. No debate do Projac, no Rio de Janeiro, William Bonner é o mediador. Por aqui, Márcio Bomfim, âncora do NE1.
PINTOU O CAMPEÃO - No domingo, o governador do Ceará Camilo Sanatana (PT) deve ser reeleito com mais de 80% dos votos válidos. Ele tem, no Estado, apoio de Ciro Gomes e Fernando Haddad. Na disputa presidencial no estado, Ciro tem 40% e lidera; Haddad está em segundo com aproximadamente 20%.
DIFICULDADES - Só três dos nove candidatos apoiados por Lula no Nordeste não devem definir a eleição no 1º turno para governador: Paulo Câmara (PSB-PE), João Azevedo (PSB-Paraíba) e Belivaldo Chagas (PSC-Sergipe). Os demais deverão vencer: Flávio Dino (PCdoB/Maranhão), Wellington Dias (PT/Piauí), Camilo Santana (PT/Ceará), Fátima Bezerra (PT/Rio G. do Norte), Renan Filho (MDB/Alagoas) e Rui Costa (PT/Bahia).
DISPARADOS - O candidato a deputado estadual Antônio Coelho e o federal Fernando Filho, ambos do DEM, serão os campeões de votos em Petrolina e na região do São Francisco. Ambos tem o apoio do prefeito Miguel Coelho, com aprovação em torno de 70% dos petrolinenses, conforme pesquisas, e do senador Fernando Bezerra Coelho.
AFETO - Já em Caruaru, há um mistério a ser descoberto na apuração dos votos. A prefeita Raquel Lyra (PSDB) apoia Daniel Coelho (PPS) para federal e a cidade tem como representante Wolney Queiroz (PDT), candidato à reeleição. A ver se dessa vez Caruaru vai votar em um da terra ou seguirá a liderança da prefeita. Para estadual, Priscila Krause (DEM) é apoiada por Raquel, mas há dois ex-prefeitos candidatos a uma vaga na Alepe: José Queiroz (PDT) e Tony Gel (MDB).
PERGUNTAR NÃO OFENDE: como será que está o presidente Michel Temer, deixado de lado por todos, nessa reta final de campanha eleitoral?
Em entrevista a José Luiz Datena, na Band, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta (28) que não reconhecerá o resultado das eleições caso não seja o vencedor. "Eu não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição”.
De acordo com Bolsonaro, só há uma chance de o PT voltar ao poder com o candidato Fernando Haddad: por meio de fraude nas urnas eletrônicas. “Para o PT voltar, só na fraude, e não temos como auditar [as urnas]. Para o PT ganhar, só na fraude”, afirmou.
Conforme o Ibope, um dos principais pesquisas eleitorais, Bolsonaro lidera as intenções de voto com 27%, seguido por Haddad, o escolhido de Lula, com 21%. Se a tendência se confirmar, eles disputarão o segundo turno.
Bolsonaro candidato disse ainda que não desconfia dos ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mas levantou suspeitas sobre profissionais que atuam dentro do órgão. “Não desconfio dos ministros do TSE, pois eles não tem capacidade de hackers. Mas desconfio de alguns profissionais dentro do TSE”, acusou.
Utilizadas no Brasil desde os anos 1990, as urnas eletrônicas alimentam teorias da conspiração e se tornaram uma obsessão do candidato e de seus seguidores, embora não existam provas contra a integridade da votação.
Em entrevista a José Luiz Datena, na Band, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta (28) que não reconhecerá o resultado das eleições caso não seja o vencedor. "Eu não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição." De acordo com Bolsonaro, só há uma chance de o PT voltar ao poder com o candidato Fernando Haddad: por meio de fraude nas urnas eletrônicas. “Para o PT voltar, só na fraude, e não temos como auditar [as urnas]. Para o PT ganhar, só na fraude”, afirmou.
Conforme o Ibope, um dos principais pesquisas eleitorais, Bolsonaro lidera as intenções de voto com 27%, seguido por Haddad, o escolhido de Lula, com 21%. Se a tendência se confirmar, eles disputarão o segundo turno. Bolsonaro candidato disse ainda que não desconfia dos ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mas levantou suspeitas sobre profissionais que atuam dentro do órgão. “Não desconfio dos ministros do TSE, pois eles não tem capacidade de hackers. Mas desconfio de alguns profissionais dentro do TSE”, acusou.
Utilizadas no Brasil desde os anos 1990, as urnas eletrônicas alimentam teorias da conspiração e se tornaram uma obsessão do candidato e de seus seguidores, embora não existam provas contra a integridade da votação.
Bolsonaro ainda alegou que, com uma vitória de Haddad, o ex-presidente Lula sairia da cadeia e assumiria um cargo na Esplanada dos Ministérios. "O Haddad é um poste do Lula. Está na cara que se Haddad ganhar eleição o Lula será ministro da Casa Civil ou da Defesa."
Engrossando a própria teoria contra as urnas eletrônicas, Bolsonaro aproveitou para dizer que Lula não aceitaria ser preso se não estivesse em curso um plano de sabotagem eleitoral. "Você, Datena, se fosse o Lula, aceitaria ir para a cadeia sem ter um plano B no bolso?", perguntou ao entrevistador. E disse que o "plano B" é a fraude eleitoral.
Indagado sobre se teria o apoio dos militares em um cenário de derrota eleitoral, Bolsonaro disse, em tom enigmático, que não fala pelo comando das Forças Armadas.
A entrevista a Datena ocorreu no mesmo dia que a revista Veja trouxe detalhes de um processo de divórcio litigioso no curso do qual uma das ex-mulheres de Bolsonaro, Anna Cristina Valle, o acusou de furtar joias e dinheiro de um cofre de banco, e ameaçá-la. "A própria ex-mulher desmente muita coisa. [Em] uma separação é comum ter problemas, é litigiosa, e cotoveladas acontecem de todas as partes", disse.
O Datafolha divulgou, na noite desta sexta-feira (28), a quarta pesquisa com intenções de voto para as duas vagas do Senado em Pernambuco. Foram ouvidos 1.302 eleitores de 55 municípios do estado. A margem de erro é de 3%. O levantamento foi feito entre os dias 26 e 28 de setembro. Veja os números:
Jarbas (MDB): 38%
Humberto Costa (PT): 34%
Mendonça Filho (DEM): 27%
Bruno Araújo (PSDB): 11%
Silvio Costa (Avante): 11%
Pastor Jairinho (Rede): 5%
Adriana Rocha (Rede): 3%
Hélio Cabral (PSTU): 1%
Lídia Brunes (Pros): 1%
Albanise (PSOL): 1%
Eugênia (PSOL): 1%
Alex Lima Rola (PCO): 1%
Em branco/nulo/nenhum para a 1ª vaga: 18%
Em branco/nulo/nenhum para a 2ª vaga: 27%
Não sabe para a 1ª vaga: 7%
Não sabe para a 2ª vaga: 12%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo em parceria com a Folha de São Paulo.
O Datafolha divulgou, na noite desta sexta-feira (28), a quarta pesquisa com intenções de voto para o Governo de Pernambuco. Foram ouvidos 1.302 eleitores de 55 municípios do estado. A margem de erro é de 3%. O levantamento foi feito entre os dias 26 e 28 de setembro. Veja os números:
Paulo Câmara (PSB): 38%
Armando Monteiro (PTB): 30%
Julio Lossio (Rede): 3%
Maurício Rands (Pros): 3%
Dani Portela (PSOL): 2%
Ana Patrícia Alves (PCO): 1%
Simone Fontana (PSTU): 1%
Branco/nulo/nenhum: 16%
Não sabe: 6%
Em relação à pesquisa anterior, a diferença entre Paulo e Armando que era de 4% subiu para 8%. No atual cenário, o governador tem 48,7% dos votos válidos e ainda não venceria no primeiro turno.
REJEIÇÃO
O Datafolha também pesquisou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum. Nesse cenário, os entrevistados podiam apontar mais de um nome, por isso, a soma dos percentuais chega a 100%. Veja os índices de rejeição:
Dani Portela (PSOL): 31%
Julio Lossio (Rede): 31%
Paulo Câmara (PSB): 31%
Simone Fontana (PSTU): 31%
Armando Monteiro (PTB): 30%
Ana Patrícia Alves (PCO): 29%
Maurício Rands (PROS): 29%
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 9%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
Não sabe: 6%
SEGUNDO TURNO
Cenário de segundo turno do Datafolha mostra empate técnico entre os dois primeiros candidatos:
Paulo Câmara (PSB): 43% x 38% Armando Monteiro (PTB) (branco/nulo: 16%; não sabe: 3%)
O Brasil tem 12,7 milhões de pessoas desempregadas. Este é o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), relativa ao trimestre de junho a agosto deste ano.
Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação, que mostra o índice de desemprego no país, no período foi de 12,1%. Esta indica uma queda de 0,6% em relação ao trimestre anterior: 12,7%.
A PNAD Contínua considera desempregada a pessoa que está sem trabalho, mas que tenha procurado emprego no período de até 30 dias antes da pesquisa.
O contingente da população ativa de pessoas desalentadas (4,8 milhões) no trimestre de junho a agosto de 2018 subiu em relação ao trimestre anterior (4,720 milhões). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (4,2 milhões), houve alta (3,9%).
São consideradas desalentadas pessoas com idade acima de 14 anos que não conseguiram emprego por não ter experiência, porque são jovens ou idosas demais para o cargo ou ficam fora da localidade.
O IBGE estima que 4,3% estiveram nesta situação no trimestre de junho a agosto de 2018. A taxa ficou estável em relação ao trimestre anterior (4,4%) na comparação com o mesmo trimestre de 2017 (17,8%).
A taxa de subutilização - que soma desocupados, subocupados ou força de trabalho potencial - ficou estável.
No trimestre de junho a agosto foi de 24,4%, contra 24,6% do trimestre anterior. Em números absolutos foi de 27,5 milhões, 27,6 milhões no trimestre anterior e 26,8 milhões no mesmo trimestre de 2017.
A população ocupada é hoje de 92,1 milhões, um crescimento de 1,3%, ou mais de 1,2 milhão de pessoas, em relação ao trimestre móvel anterior. Em relação ao mesmo período de 2017, houve alta de 1,1%: 91,1 milhões.
O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada se manteve em 33 milhões. Já o número de pessoas que trabalham por conta própria cresceu 1,5% em relação ao trimestre anterior: 23,1 milhões.
JOSÉ MATHEUS SANTOS O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conceda entrevista ao jornal Folha de São Paulo de dentro da prisão na sede da Polícia Federal de Curitiba (PR). A jornalista Mônica Bérgamo vai realizar a entrevista com o petista. Lewandowski proferiu a decisão e também autorizou a equipe técnica do jornal a ingressarem no local. Confira a decisão do ministro do STF: