Álvaro Dias e Geraldo Alckmin nesta sexta no Recife

Os candidatos à Presidência Álvaro Dias (Podemos) e Geraldo Alckmin (PSDB) estarão no Recife nesta sexta-feira (21) para participarem de evento pela Uninassau. Os temas do debate serão sobre carga tributária e políticas públicas para pessoas com deficiência.

O candidato do Podemos estará no auditório Roque de Brito, às 10h, no bloco B da Instituição, localizado na rua Guilherme Pinto, 400, no Derby. Já Alckmin irá até o bloco C da unidade, localizado rua Joaquim Nabuco, 778, no bairro das Graças, para uma conversa no auditório Capiba, às 11h.

Os debates estarão abertos para alunos e convidados, a exemplo das mães que fazem parte de associações para crianças e jovens com microcefalia e doenças raras.

RÁDIO JORNAL

Geraldo Alckmin também vai participar da programação da emissora por volta das 11h, conforme a assessoria do tucano.




Candidatos inelegíveis terão de devolver recursos públicos de campanha, inclusive Lula

Todos os candidatos julgados inelegíveis pela Justiça Eleitoral terão de devolver os recursos públicos usados na campanha deste ano. A interpretação é da Procuradoria Geral da República e inclui o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro da candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Conforme dados disponíveis no portal do TSE, a candidatura de Lula arrecadou R$ 20,6 milhões, sendo R$ 20 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e contratou despesas no valor total de R$ 26,2 milhões. A assessoria do TSE informou que será necessário fazer uma prestação de contas separada da candidatura de Fernando Haddad.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que também é procuradora-geral Eleitoral, disse que a devolução dos recursos do fundo especial aos cofres públicos não é surpresa aos candidatos, uma vez que foi amplamente divulgado antes da realização das convenções partidárias. “Necessário é o ressarcimento dos cofres públicos dos recursos do fundo de campanha utilizado por candidato inelegível”, disse.

Segundo Dodge, a Procuradoria espera que os candidatos inaptos devolvam espontaneamente os recursos utilizados na campanha eleitoral. “Caso não acolham, iremos a juízo pedir o ressarcimento do erário público”, afirmou a procuradora. Ela disse que antes das convenções foram feitas reuniões com os procuradores regionais eleitorais para esclarecimento dessa questão.

Neste ano, a Procuradoria Geral Eleitoral editou quatro instruções sobre o processo, incluindo o financiamento público, a destinação de recursos para as campanhas das candidaturas e o ressarcimento, por exemplo. O intuito, segundo Dodge, foi dar transparência à aplicação da verba pública para custeio da campanha eleitoral, que chegou a R$ 1,7 bilhão.

A procuradora disse que o momento de cobrar o ressarcimento será no julgamento das prestações de contas dos candidatos. A primeira parcial foi feita na semana passada e abrange a fase inicial da campanha – entre 16 de agosto e 8 de setembro.



Datafolha: Ciro lidera como segunda opção de voto; veja plano B de eleitores dos cinco melhores pontuados

O Instituto Datafolha também ouviu eleitores sobre qual é a segunda opção de votos dos cinco principais candidatos à Presidência da República. Os entrevistadores perguntaram: "Se você não votar em __________ qual destes candidatos __________ teria mais chance de receber seu voto?"

Ciro Gomes lidera com 15%, Marina Silva possui 13%, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad 12% cada. Jair Bolsonaro, 11%. Brancos, nulos e nenhum chegam a 12 pontos percentuais, enquanto os indecisos ficaram em 9 p.p.

Jair Bolsonaro (PSL)

Eleitores do deputado fluminense que ainda podem mudar o voto, podem votar em:


Geraldo Alckmin - 21%
Ciro Gomes - 16%
Marina Silva - 13%
Fernando Haddad - 9%
Em branco/nulo/nenhum - 15%
Não sabe - 6%

Fernando Haddad (PT)

Eleitores do ex-prefeito de São Paulo que ainda podem mudar o voto,tem como segunda opção:

Ciro Gomes (PDT) - 34%
Marina Silva (Rede) - 13%

Jair Bolsonaro (PSL) - 12%
Geraldo Alckmin (PSDB) - 12%
Em branco/nulo/nenhum - 16%
Não sabe - 4%

Ciro Gomes (PDT)

Eleitores do ex-ministro que ainda podem mudar o voto, tem como segunda opção:

Fernando Haddad - 27%
Marina Silva - 18%
Geraldo Alckmin - 15%
Jair Bolsonaro - 9
Em branco/ nulo/ nenhum - 13%
Não sabe - 5

Geraldo Alckmin (PSDB)

Eleitores do ex-governador de São Paulo que ainda podem mudar o voto, se não votar no tucano podem votar em:

Marina Silva - 19%

Ciro Gomes - 18%
Jair Bolsonaro - 17%
Fernando Haddad - 8%
Em branco/ nulo/ nenhum - 14%
Não sabe - 9%

Marina Silva (Rede)

Eleitores da ex-senadora que ainda podem mudar o voto, se não votar na candidata da Rede podem votar em:

Ciro Gomes - 18%

Geraldo Alckmin - 17%
Fernando Haddad - 12%
Jair Bolsonaro - 10%
Em branco/ nulo/ nenhum - 15%
Não sabe - 11%



Datafolha para o Senado: Jarbas lidera com 36%; Mendonça e Humberto empatam tecnicamente na disputa pela 2ª vaga

O Datafolha divulgou, na madrugada desta quinta-feira (20), a terceira pesquisa de intenções de voto para a disputa das duas vagas de Pernambuco no Senado. Segundo o levantamento, Mendonça Filho (DEM) e Humberto Costa (PT) estão empatados tecnicamente na margem de erro de 3%. O instituto confirma a liderança de Jarbas Vasconcelos, candidato pelo MDB. Confira os números:

Jarbas (MDB): 36%
Mendonça Filho (DEM): 31%
Humberto Costa (PT): 30%
Bruno Araújo (PSDB): 12%
Silvio Costa (Avante): 11%
Pastor Jairinho (Rede): 6%
Adriana Rocha (Rede): 3%
Hélio Cabral (PSTU): 2%
Lídia Brunes (Pros): 2%
Albanise (PSOL): 1%
Eugênia (PSOL): 1%
Alex Lima Rola (PCO): 1%
Em branco/nulo/nenhum para a 1ª vaga: 20%
Em branco/nulo/nenhum para a 2ª vaga: 28%
Não sabe para a 1ª vaga: 6%
Não sabe para a 2ª vaga: 10%

A pesquisa ouviu 1.232 eleitores em 50 municípios de Pernambuco. O levantamento foi feito entre os dias 18 e 19 de setembro. O registro no TSE é PE-09351/2018. A TV Globo e o jornal Folha de São Paulo encomendaram a pesquisa.

Datafolha: Armando cresce, empata tecnicamente com Paulo e acirra disputa de governador

O Datafolha divulgou, na madrugada desta quinta-feira (20), a terceira pesquisa de intenções de voto para a disputa do Governo de Pernambuco. Segundo o levantamento, Paulo Câmara e Armando Monteiro estão empatados tecnicamente na margem de erro de 3%. Confira os números:

Paulo Câmara (PSB) 35%

Armando Monteiro (PTB) 31%
Júlio Lóssio (Rede) 3%
Ana Patrícia Alves (PCO) 2%
Maurício Rands (PROS) 2%
Dani Portela (PSOL) 1%
Simone Fontana (PSTU) 1%
Brancos e nulos 19%
Não sabem 6%

Na pesquisa anterior, divulgada em 6 de setembro, Paulo tinha 34% e Armando, 25%. Logo, a diferença entre os dois candidatos caiu de 9 para 4 pontos percentuais.

REJEIÇÃO


O Datafolha também perguntou: "Em quais desses candidatos, você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para governador de Pernambuco deste ano?” Neste levantamento, portanto, os entrevistados podiam citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%. Confira:

Simone Fontana (PSTU): 33%

Dani Portela (PSOL): 32%

Paulo Câmara (PSB): 31%

Julio Lossio (Rede): 31%

Ana Patrícia Alves (PCO): 30%

Maurício Rands (PROS): 29%

Armando Monteiro (PTB): 23%

Rejeita todos/não votaria em nenhum: 10%

Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 1%

Não sabe: 9%

SIMULAÇÃO DE 2º TURNO

Paulo Câmara (PSB): 42% x 39% Armando Monteiro (PTB) (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)


A pesquisa ouviu 1.232 eleitores em 50 municípios de Pernambuco. O levantamento foi feito entre os dias 18 e 19 de setembro. O registro no TSE é PE-09351/2018.



Datafolha: Bolsonaro tem 28% das intenções de voto; Haddad tem 16% e Ciro 13%

Nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada na madrugada desta quinta-feira (20), mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 28% das intenções de voto na disputa presidencial. Fernando Haddad (PT) tem 16% e Ciro Gomes (PDT) aparece com 13%. Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 9% dos votos e Marina Silva (Rede) é a candidata de 7% dos entrevistados.

Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) marcam, cada um, 3% das intenções de voto. Henrique Meirelles (MDB) tem 2%. Estão empatados Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1% cada. João Goulart Filho (PPL), Cabo Daciolo (Patriota) e Eymael (DC) não pontuaram.

Os votos brancos ou nulos registraram 12%; e 5% não sabem ou não responderam.

REJEIÇÃO

O Datafolha também perguntou: "Em quais desses candidatos, você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente deste ano?"

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podiam citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Bolsonaro: 43%
Marina: 32%
Haddad: 29%
Alckmin: 24%
Ciro: 22%
Vera: 19%
Cabo Daciolo: 19%
Boulos: 18%
Eymael: 17%
Meirelles: 17%
João Goulart Filho: 15%
Alvaro Dias: 15%
Amoêdo: 15%
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 4%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
Não sabe: 5%

Simulações de segundo turno

 

Bolsonaro 42% x 41% Marina (branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)

Ciro 41% x 34% Alckmin (branco/nulo: 22%; não sabe: 2%)

Alckmin 40% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 19%; não sabe: 2%)

Alckmin 39% x 36% Marina (branco/nulo: 23%; não sabe: 2%)

Ciro 45% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 14%; não sabe: 2%)

Alckmin 39% x 35% Haddad (branco/nulo: 24%; não sabe: 3%)

Haddad 41% x 41% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 2%)

Ciro 45% x 31% Marina (branco/nulo: 22%; não sabe: 2%)

Marina 37% x 37% Haddad (branco/nulo: 24%; não sabe: 2%)

Ciro 42% x 31% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 3%)

O levantamento ouviu 8.601 eleitores entre 18 e 19 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo e registrada na Justiça Eleitoral.

 



Xeque-mate da candidatura de Geraldo Alckmin

MANOEL NETO Geraldo Alckmin encalhou. Apesar de razoavelmente bem avaliado no governo paulista, não conseguiu mostrar potencial de crescimento. As contradições internas do PSDB e o envolvimento de Aécio Neves, outrora o principal expoente da legenda, praticamente sepultaram as chances da legenda em 2018.

As dificuldades para que houvesse uma unidade em torno da sua candidatura foram grandes. Em 2017, num momento onde o nome do ex-governador de São Paulo demorava a engrenar, por muitas vezes, ventilou-se a ideia de que uma ala tucana defendia a troca, na corrida presidencial, de Alckmin por Doria, o midiático ex-prefeito paulistano e hoje candidato a governador de São Paulo. O empresário tinha sido eleito com boa margem em 2016 e gozava de prestígio do eleitorado paulista, principal reduto do PSDB no Brasil. O tempo passou, a administração Doria na prefeitura passou a mostrar suas contradições e, diante da inviabilidade do nome do ex-prefeito e da boa capacidade de articulação de Alckmin, foi construída a candidatura tucana à Presidência.

O problema é que o envolvimento de Aécio Neves com atividades suspeitas, a participação do PSDB no governo Temer e o próprio sentimento de renovação minaram a viabilidade da candidatura de Alckmin. A sociedade clama, hoje, por mudanças estruturais. Com um grande arco de alianças formado junto com os partidos do chamado Centrão, o ex-governador, detendo quase metade do guia, esperava engrenar. Coisa que não aconteceu, pois, em franca queda, ele conta, na pesquisa Ibope divulgada na terça-feira (18), com o apoio de ínfimos 7% dos entrevistados. Pouquíssimo para quem esperava ser o candidato mais competitivo da chamada centro-direita, uma vez que essa ala procura unir, em seu discurso, uma visão plural de políticas públicas e uma ideia firme de responsabilidade econômica e fiscal

A menos que aconteça algum fato bombástico, Alckmin não irá ao segundo turno. O que não chega a ser uma surpresa, visto que a candidatura nunca empolgou e, diante da pulverização de candidaturas de centro-direita, sempre oscilou, em todas as pesquisas, dentro da mesma margem, com teto de 10 pontos, situação que o deixa bem longe do segundo turno. Ao que tudo indica, haverá um rompimento da polarização clássica vigente no Brasil desde a redemocratização: se, de um lado, o PT, mesmo envolvido nos mais obscuros esquemas e usando das mais baixas estratégias, conseguiu manter um espólio fiel, não se pode dizer o mesmo dos tucanos, que caminham para amargar sua performance mais vergonhosa em eleições presidenciais. *Durante a eleição, escreve todas as terças para o PORTAL RCF.



Numerologia: entenda a iminência de segundo turno para o Governo de Pernambuco

JOSÉ MATHEUS SANTOS A disputa para o Governo de Pernambuco parte para a reta final ainda indecisa. Porém, dificuldades precisam ser superadas pela candidatura do senador Armando Monteiro (PTB), que pontua no Ibope, conforme levantamento divulgado na segunda-feira (17), com 25% ante 33% de Paulo Câmara, candidato à reeleição pelo PSB. Júlio Lóssio (Rede) e Maurício Rands (PROS) têm 3% e 2%, respectivamente. Os demais candidatos pontuam cada um com 1%: Dani Portela (PSOL), Simone Fontana (PSTU) e Ana Patrícia Alves (PCO), esta última teve candidatura impugnada pelo TRE-PE porque o partido não apresentou CNPJ à Justiça Eleitoral.

Quando se analisa os votos válidos, Paulo tem 50,88%, ou seja, venceria no primeiro turno com uma margem apertada segundo a pesquisa. Na verdade, se Armando quiser vencer, vai ter que trabalhar para encostar ainda mais em Paulo por conta da falta de competitividade dos outros candidatos. Juntas, as candidaturas de PSOL, PSTU e PCO têm 3% no Ibope, mas não devem passar de 2%. Logo, para Armando chegar ao 2º turno ou vai ter que dar uma cambalhota nessa reta final ou terá que torcer para Rands e Lóssio melhoraram seus posicionamentos em cima dos brancos, nulos e indecisos (35%), com um número ainda alto.

O fator favorável a Armando, ainda que não seja decisivo neste momento, é o apoio de prefeitos de grandes cidades como Petrolina, Caruaru, Garanhuns e Jaboatão. Por isso, a campanha deve intensificar agenda nessas cidades e na Região Metropolitana do Recife, carro-chefe de votos na disputa eleitoral. O perfil do senador Armando Monteiro também terá que ser mais versátil, visto que ele é considerado “frio” até mesmo por aliados.

No outro lado, no palanque do governador Paulo Câmara (PSB) a estabilidade de 33% não preocupa o estafe da campanha, que deve seguir colocando o socialista como “candidato de Lula” a fim de angariar ainda mais eleitores simpáticos ao petista. Essa situação, inclusive, diminuiu a rejeição de Paulo Câmara. Era 43% em 20 de agosto e agora está em 30%, o que ajuda bastante a campanha do PSB, reduzindo o nicho de adversidade na população.

O único receio do grupo político do PSB é que a eleição vá para um segundo turno. Não se sabe se em um segundo pleito Armando venceria (hoje, está 41% para Paulo e 37% para Armando), mas há chances de Paulo se complicar sim. Por isso, a ordem principal é fazer de tudo para resolver a disputa no dia 7 de outubro.



Campanha de Bolsonaro intensifica ações em Pernambuco

A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) ao Palácio do Planalto intensifica a realização de grandes eventos em todos os estados do país e aposta na vitória do candidato, líder nas pesquisas, já no primeiro turno das eleições.  Em Pernambuco, dentre os diversos atos que estão programados para acontecer na Região Metropolitana do Recife e, em cidades do interior do Estado, será realizada neste domingo (23), a partir das 9h, a Marcha da Família com Bolsonaro, na  Avenida Boa Viagem. A caminhada terá concentração em frente à padaria Boa Viagem e seguirá em direção ao segundo Jardim. Também está programada para o próximo dia 30 a grande e última carreata de Bolsonaro no Recife, com saída às 9h, na Avenida Mascarenhas de Moraes, a partir do Banco do Brasil, no sentido prazeres. Em outros estados brasileiros, também haverá carretas de Bolsonaro nesta mesma data e horário.

A equipe de Bolsonaro está focada em mobilizar os apoiadores através das redes sociais. A intenção é reunir o maior número possível de pessoas para os próximos eventos. Esta semana, a campanha do candidato começou a divulgar mais imagens de famílias e mensagens de repúdio à violência sexual, um dos principais temas dos grupos em defesa das mulheres. Para a Marcha da Família com Bolsonaro estão sendo confeccionadas diversas faixas e cartazes com frases de efeito e a divulgação vem sendo reforçada em grupos de whatsApp e Facebook. Os organizadores da mobilização também pedem aos simpatizantes para usarem camisas nas cores da pátria e para levar bandeiras do Brasil. Para acompanhar o percurso da caminhada, apoiadores de Bolsonaro estão disponibilizando carros e som e trio elétrico, onde serão tocadas músicas em prol da família e, também, da campanha de Jair Bolsonaro.

Desde quando ficou impossibilitado de participar de atos de campanha, por conta do atentado que sofreu no último  dia 06 deste mês, em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro, que está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde se recupera de duas cirurgias, tem  reforçado sua campanha através das redes sociais. “Mesmo sem a presença de Bolsonaro, os eventos que estavam programados para acontecer aqui no Recife e no interior foram mantidos na programação da campanha, a exemplo da carreata realizada na Avenida Boa Viagem, no último dia 11 deste mês, data em que Bolsonaro viria a Pernambuco”, ressalta Alexandre Carvalho, um dos organizadores da Marcha da Família com Bolsonaro que acontece neste domingo (23).

 

 



Ibope: Bolsonaro tem 28%; Haddad, 19% e Ciro, 11%

Um nova pesquisa do Ibope sobre intenções de votos a candidatos a presidente foi divulgada nesta terça-feira (18). O levantamento indica que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 28% das intenções de voto e Fernando Haddad (PT), 19% . Ciro Gomes (PDT) teve 11%; Geraldo Alckmin (PSDB), 7% e Marina Silva (Rede), 6%.

Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2% das intenções de voto. Cabo Daciolo (Patriota) registrou 1%. Vera Lúcia (PSTU), Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram na pesquisa.

Conforme o Ibope, Fernando Haddad cresceu 11 pontos percentuais entre o levantamento de 11 de setembro e o divulgado nesta terça. Jair Bolsonaro cresceu dois pontos percentuais. Ciro Gomes manteve-se com o mesmo percentual. Geraldo Alckmin perdeu dois pontos percentuais; e Marina Silva caiu três pontos percentuais.

Alvaro Dias, João Amoêdo e Henrique Meirelles oscilaram negativamente em um ponto percentual. Cabo Daciolo, Vera Lúcia, Guilherme Boulos, João Goulart Filho e Eymael não apresentaram mudanças nos percentuais de intenção de votos entre as duas pesquisas.

Entre os dois levantamentos, o percentual indicado de votos nulos e brancos caiu cinco ponto percentuais - de 14% para 11%. Manteve-se em estável (7%) a proporção de entrevistados que não sabem em quem vai votar ou não respondeu.

Rejeição

Como ocorreu na divulgação das últimas pesquisas, o Ibope também mediu as taxas de rejeição dos candidatos à Presidência da República. Quarenta e dois por cento dos entrevistados declararam não votar “de jeito nenhum” em Jair Bolsonaro e 29% responderam que não votariam em Fernando Haddad. Os percentuais não são excludentes.

Marina Silva tem taxa de rejeição de 26%; Geraldo Alckmin, 20% e Ciro Gomes, 19%. Henrique Meirelles não seria escolhido por 12% dos entrevistados. Cabo Daciolo e Eymael têm, cada um, 11% de rejeição.

Guilherme Boulos e Alvaro Dias têm rejeição de 10%, cada um. Vera Lúcia e João Amoêdo não seriam votados por 9% dos entrevistados. A taxa de rejeição de João Goulart Filho é de 8%.

Dois por cento dos entrevistados disseram que poderiam votar em todos os candidatos. Nove por cento declararam não saber em quem não votariam ou não quiseram responder.

A rejeição de Jair Bolsonaro subiu um ponto percentual. A taxa de rejeição de Haddad cresceu seis pontos percentuais. Marina Silva e Ciro Gomes oscilaram em dois pontos percentuais. Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e Alvaro Dias apresentaram um ponto percentual a mais de rejeição.

A rejeição de Vera Lúcia caiu em dois pontos percentuais. Guilherme Boulos e João Amoêdo diminuíram as respectivas rejeições em um ponto percentual. A rejeição de Cabo Daciolo, Eymael e João Goulart Filho ficaram estáveis.

2º turno

O Ibope ainda testou com os entrevistados cenários de segundo turno. Fernando Haddad e Jair Bolsonaro aparecem empatados com 40% das intenções de voto cada um. Neste cenário, o número de votos em branco ou nulo totalizam 15% e 5% não souberam e nem quiseram responder.

Em caso de uma disputa entre Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, o cenário é de empate técnico, de 40% e 39% das intenções de voto, respectivamente. Neste caso, o número de votos em branco ou nulo totalizam 15% e 6% não souberam e nem quiseram responder.

Uma eventual disputa no segundo turno entre Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro, ambos alcançariam 38% dos votos. Nessa possibilidade, o número de votos em branco ou nulo totalizam 18% e 6% não souberam e nem quiseram responder.

De acordo com o Ibope, em uma disputa com Marina Silva, Jair Bolsonaro teria vantagem de cinco pontos percentuais. O ex-capitão do Exército atingiria 41% dos votos e a ex-ministra 36%. Nessa hipótese, o número de votos em branco ou nulo totalizam 18% e 5% não souberam e nem quiseram responder.

O levantamento do Ibope, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BR-09678/2018), ouviu 2.506 eleitores, em 177 municípios, entre domingo (16) e hoje (18). A pesquisa, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, tem nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.



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