O colunista José Matheus Santos divulgou, nesta quarta-feira (3), seus palpites para as 49 vagas de deputado estadual em Pernambuco. O levantamento é baseado nos apoios dos prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, lideranças e grupos políticos dos 185 municípios de Pernambuco. O índice de acerto nas duas últimas eleições foi de 84%, levando em conta os parlamentares de 2014 e os de 2016 para a Câmara Municipal do Recife. Confira os palpites:
Frente Popular de Pernambuco – PSB, PSD e MDB - 12
Presbítero Adauto (PSB)
Aglailson Victor (PSB)
Clodoaldo Magalhães (PSB)
Simone Santana (PSB)
Lucas Ramos (PSB)
Diogo Moraes (PSB)
Francismar Pontes (PSB)
Aluísio Lessa (PSB)
Waldemar Borges (PSB)
Rodrigo Novaes (PSD)
Romário Dias (PSD)
Tony Gel (MDB)
Pernambuco Vai Mudar – PTB, PSDB, PRB, DEM e Podemos - 8
Alvaro Porto (PTB)
Romero Sales Filho (PTB)
Socorro Pimentel (PTB)
José Humberto (PTB)
Augusto Cesar (PTB)
Antonio Coelho (DEM)
Priscila Krause (DEM)
Alessandra Vieira (PSDB)
Pernambuco em 1º Lugar – PP, PR, PMN e Solidariedade - 15
Cleiton Collins (PP)
Fabíola Cabral (PP)
Eriberto Medeiros (PP)
Claudiano Filho (PP)
Clóvis Paiva (PP)
Roberta Arraes (PP)
João Eudes (PP)
Antonio Moraes (PP)
Vinícius Labanca (PP)
Erick Lessa (PP)
Zé Maurício (PP)
Rogério Leão (PR)
Henrique Queiroz Filho (PR)
Alberto Feitosa (SD)
Claudia de Lupércio (SD)
Juntos por um Pernambuco melhor – PSC, PMB e DC - 5
Manoel Ferreira (PSC)
Guilherme Uchoa Junior (PSC)
Wanderson Florêncio (PSC)
Diogo Prado (PSC)
Debora Serafim (PSC)
PT - 2
Doriel Barros (PT)
Ducicleide Amorim (PT)
PCdoB - 1
João Paulo (PCdoB)
O Pernambuco que você quer – PDT, PROS e Avante - 2
José Queiroz (PDT)
João Paulo Costa (Avante)
Avança Pernambuco – PRTB, PHS, PV e PSL - 1
Marco Aurélio (PRTB)
****As quatro coligações seguintes disputam de 2 a 3 vagas. Veja os favoritos de cada uma delas:
Rede Sustentabilidade
Andrea Lossio (Rede)
A esperança não tem medo – PSOL/PCB
Edilson Silva (PSOL)
Áureo Cisneiros (PSOL)
Pernambuco por uma Pátria Livre – PRP, PTC e PPL
Paulinho Tomé (PRP)
Edilene Gomes (PRP)
Patriota
Juliana de Chaparral (Patriota)
O Ibope divulgou, nessa terça-feira (2), mais uma pesquisa sobre a avaliação do governo Paulo Câmara (PSB). O levantamento ouviu 1.512 eleitores entre 29 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 3% e o índice de confiança é de 95%. Veja os números da pesquisa encomendada pela TV Globo:
Ótimo/bom: 25%
Regular: 33%
Ruim/péssimo: 37%
Não sabe/Não respondeu: 5%
Maneira de governar
A pesquisa também avaliou a opinião dos entrevistados sobre a maneira de governar de Paulo Câmara (PSB). Os resultados são os seguintes:
Aprovam: 42%
Desaprovam: 50%
Não sabe/Não respondeu: 8%
O Ibope divulgou, nessa terça-feira (2), mais uma pesquisa para a disputa pelas duas vagas do Senado. O levantamento ouviu 1.512 eleitores entre 29 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 3% e o índice de confiança é de 95%. Veja os números da pesquisa encomendada pela TV Globo:
Humberto Costa (PT): 33%
Jarbas (MDB): 33%
Mendonça Filho (DEM): 20%
Silvio Costa (Avante): 11%
Bruno Araújo (PSDB): 9%
Pastor Jairinho (Rede): 5%
Adriana Rocha (Rede): 2%
Eugênia (PSOL): 2%
Hélio Cabral (PSTU): 2%
Albanise Pires (PSOL): 2%
Lídia Brunes (Pros): 1%
Alex Rola (PCO): 1%
Brancos/nulos – Vaga 1: 19%
Brancos/nulos - Vaga 2: 29%
Não sabe/não respondeu: 30%
O Ibope divulgou, nessa terça-feira (2), mais uma pesquisa para a disputa pelo Governo de Pernambuco. O levantamento ouviu 1.512 eleitores entre 29 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 3% e o índice de confiança é de 95%. Veja os números da pesquisa encomendada pela TV Globo:
Paulo Câmara PSB 39%
Armando Monteiro PTB 27%
Julio Lóssio REDE 3%
Maurício Rands PROS 3%
Dani Portela PSOL 2%
Ana Patrícia Alves PCO 1%
Simone Fontana PSTU 1%
Brancos e nulos 15%
Não sabem ou não responderam 8%
REJEIÇÃO
Paulo Câmara (PSB): 34%
Armando Monteiro (PTB): 30%
Dani Portela (PSOL): 21%
Julio Lossio (Rede): 20%
Simone Fontana (PSTU): 18%
Ana Patrícia Alves (PCO): 18%
Maurício Rands (PROS): 17%
Poderia votar em todos: 4%
Não sabe/não respondeu: 16%
Paulo Câmara 43% x 34% Armando Monteiro (branco/nulo: 17%; não sabe: 6%)
Nova pesquisa do Instituto Datafolha para presidente da República, divulgada nesta terça-feira (2), informa que Jair Bolsonaro (PSL) atingiu 32% das intenções de voto. Fernando Haddad (PT) foi escolhido por 21% dos entrevistados; Ciro Gomes (PDT), 11%; Geraldo Alckmin (PSDB), 9% e Marina Silva (Rede), 4%.
Conforme a pesquisa, João Amoêdo (Novo) é o candidato de 3% do eleitorado. Henrique Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Podemos) e Cabo Daciolo (Patriota) estão empatados com 2% cada um. Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL), Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram no levantamento.
Oito por cento dos entrevistados indicaram a intenção de anular ou votar em branco; enquanto 5% disseram que não sabem em quem vão votar ou não quiseram responder. Como nos levantamentos anteriores, o nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa, encomendada ao jornal Folha de S. Paulo, foi feita hoje (2) e entrevistou 3.240 eleitores em 225 municípios. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BR-03147/2018).
Na comparação com a pesquisa anterior do mesmo instituto, de 28 de setembro, Jair Bolsonaro subiu quatro pontos percentuais (de 28% para 32%). Cinco candidatos oscilaram um ponto percentual negativamente: Fernando Haddad (de 22% para 21%), Geraldo Alckmin (de 10% para 9%), Marina Silva (de 5% para 4%), Vera Lúcia e Boulos – ambos de 1% para 0%.
Ciro Gomes manteve os mesmos 11% de intenção de votos. Os candidatos João Amoêdo (3%), Henrique Meirelles (2%) e Alvaro Dias (2%) mantiveram o mesmo percentual de intenção de votos nos dois levantamentos. Já a intenção de votos em Cabo Daciolo passou de 1% para 2%. João Goulart Filho e Eymael mantiveram 0% de intenção de votos nas duas pesquisas.
A proporção de eleitores indecisos manteve-se em 5% e a quantidade de pessoas que declaram voto branco ou nulo, oscilou de 10% para 8%.
O Datafolha também indagou aos entrevistados em que candidato não votariam “de jeito nenhum”. Jair Bolsonaro é rejeitado por 45% e Fernando Haddad por 41%. Pela margem de erro, os dois candidatos estão tecnicamente empatados.
Trinta por cento dos eleitores não votariam “de jeito nenhum” em Marina Silva; 24% não votariam em Geraldo Alckmin e 22%¨não escolheriam Ciro Gomes.
Meirelles e Boulos têm o mesmo percentual de rejeição:15%, cada um. Cabo Daciolo não seria escolhido por 14%. Alvaro Dias e Vera Lúcia têm rejeição de 13% dos entrevistados. Já Eymael e Amoêdo não seriam escolhidos por 12%, e João Goulart Filho por 11%.
Três por cento dos eleitores rejeitam todos os candidatos e não votariam em nenhum. Um por cento votaria em qualquer um e não rejeita nenhum candidato. Quatro por cento não sabe ou não quis declarar que candidato rejeita.
O instituto Datafolha fez simulações de segundo turno entre os candidatos com as maiores pontuações.
Veja os resultados:
Jair Bolsonaro (44%) x Fernando Haddad (42%)
Brancos e nulos: 12%
Não responderam: 2%
Ciro (46%) x Bolsonaro (42%)
Brancos e nulos: 10%
Não responderam: 2%
Alckmin (43%) x Bolsonaro (41%)
Brancos e nulos: 14%
Não responderam: 2%
Ciro Gomes (46%) x Fernando Haddad (32%)
Brancos e nulos: 20%
Não responderam: 2%
Ciro (42%) x Alckmin (37%)
Brancos e nulos: 19%
Não responderam: 2%
JOSÉ MATHEUS SANTOS
Mesmo com protestos do final de semana, contrários à sua candidatura, Jair Bolsonaro obteve crescimento na pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (1º) e que ouviu 3.010 eleitores em 228 municípios durante o sábado e o domingo. O instituto mostrou algumas questões que veremos a seguir.
1) Bolsonaro registrou o seu maior percentual, entre as regiões, no Sul, com 39%, um número consolidado e que lhe dará uma votação expressiva na região. É quase irreversível a tendência de crescimento ou estabilização do candidato do PSL entre os sulistas. Apesar disso, o que impulsionou a alta do deputado candidato foi o Nordeste, ele registrou alta de 6 pontos percentuais, indo de 15 para 21%. No Sudeste, ele foi de 29 para 35 pontos. No âmbito geral, houve um crescimento, nos últimos 4 dias, duas vezes maior entre as mulheres do que os homens, mostrando que os protestos não surtiram o efeito esperado, visto que alguns dizem que ele foi “patrocinado” por partidos de esquerda e a baixa cobertura da mídia a isso. No sábado, no Jornal Nacional, foram 4 minutos sobre o protesto, enquanto 11 foram sobre a alta hospitalar de Bolsonaro. Um trabalho para o candidato do PSL é a rejeição de 51% entre elas, mesmo com o postulante atraindo, teoricamente, indecisos. Entre os homens, Bolsonaro tem 39%, nas mulheres, 24%. O capitão tem uma barreira também entre os menos escolarizados (19%). Nos mais escolarizados, Bolsonaro chega a 40% nas pessoas de nível superior, nítido eleitorado antipetista;
2) A campanha de Fernando Haddad está com alerta ligado para o debate da Globo, que será realizado na próxima quinta-feira, às 22h, com comentários no stories do instagram.com/portalrcf . Haddad pontuou de maneira estabilizada na maioria dos cenários. Ele ficou também “parado” entre os eleitores de 35 a 54 anos, pessoas que têm mais lembrança do governo Lula, bem visto por boa parte da população, e teve queda entre os com mais de 55 anos. O nível de preocupação petista está acentuado na rejeição, com alta de 11% (27 para 38%). Em todos os cenários estratificados, a rejeição de Haddad teve crescimento relevante, algo que é reflexo de ataques dos seus adversários ao PT, problemas de corrupção do partido e às propostas e alianças. No debate da Record no domingo, Haddad foi um dos piores candidatos no desempenho, com falas duvidosas e afirmações que não atraem eleitores indecisos. Fernando Haddad também degringolou no Sul, indo de 19 para 13%, em franca queda por dois motivos: crescimento de Bolsonaro nos indecisos e fracos palanques petistas nas disputas regionais. No Rio Grande do Sul, estado que o PT já governou duas vezes e possui um senador, a candidatura de Miguel Rossetto a governador está patinando;
3) Os eleitores mais jovens são os que podem impulsionar a candidatura de Ciro Gomes (PDT). O ex-governador do Ceará passou está tecnicamente empatado com Fernando Haddad. Ciro tem 16 e Haddad 20. Os pedetistas devem pregar o voto útil sobretudo nesse setor, alegando que Ciro é o único candidato que derrotaria Jair Bolsonaro no segundo turno sem margem de erro. O candidato Ciro Gomes teve leve crescimento também entre os que estudaram até a 4ª série do fundamental. As pesquisas ao longo da semana podem mostrar mudança ou não diante da divulgação da delação do ex-ministro Antônio Palocci às vésperas do período eleitoral, e esse setor, dos menos escolarizados, são os que historicamente são mais versáteis na mudança de voto. Ciro tem a menor rejeição e vai pregar o voto útil como único que venceria Bolsonaro no segundo turno. O PDT aposta em Ciro no debate da Globo, programa televisivo visto como “grande chance” para alavancar a candidatura;
4) O candidato Geraldo Alckmin tem que dar uma “cambalhota” nesses últimos dias de campanha. Há três entraves na campanha. O primeiro deles é o alvo percentual de Álvaro Dias no Sul (6%), empatado tecnicamente com Alckmin (7%). O eleitorado do Paraná, tradicionalmente tucano, redireciona parte dos votos para Bolsonaro e uma parte fiel a Dias mantém o voto. A candidatura do PSDB deve investir em atos pelo Sul e Sudeste. O segundo fator é que em São Paulo o número não está conforme o esperado. No Sudeste geral, Bolsonaro tem 35% e Haddad, 13%. Alckmin tem dois palanques na disputa estadual em São Paulo: Márcio França (PSB), seu vice durante o mandato recente, e que está em ascensão, o que alavanca as esperanças dos aliados de Alckmin, e João Doria (PSDB), que, mesmo sendo tucano, conspira contra Alckmin e “relaxa” nos pedidos de voto para Alckmin. Aliados de Doria pregam, sobretudo no interior paulista, o voto “Bolsodoria”. O terceiro fator é a indefinição no PSDB sobre as últimas inserções e o último programa eleitoral, que ocorre na quinta-feira no rádio e na TV: se deve atacar Bolsonaro e o PT ou só um dos lados. No guia, Alckmin diz que o PT já está no segundo turno, mas ele sabe que é Bolsonaro quem já está lá.
Para findar esta detalhada análise, apenas um detalhes: hoje, as chances de Jair Bolsonaro vencer no primeiro turno serão remotas, mas existem. Para isso, é preciso basicamente que metade dos votos de Ciro Gomes e Geraldo Alckmin migrem para o candidato do PSL. As chances serão baixas, mas existem. A maior possibilidade é sim de haver um segundo turno.
JOSÉ MATHEUS SANTOS
A Comissão Executiva estadual da Rede Sustentabilidade decidiu, nessa segunda-feira (1º), recomendar voto na candidata ao Governo Dani Portela (PSOL) no primeiro turno das Eleições. A decisão vem logo após a Executiva Nacional da sigla expulsar o candidato Júlio Lóssio por infidelidade partidária.
A justificativa dada pela Rede pelo apoio a Dani foi justificada em nota. “Existe o compromisso com um projeto de desenvolvimento sustentável para Pernambuco e para o Brasil que contempla as minorias e a riqueza da diversidade, bem como sua luta por um mundo politicamente democrático e socialmente justo”, informa o comunicado do partido de Marina Silva.
VEJA TAMBÉM: análise estratificada da pesquisa Ibope entre os 4 candidatos mais pontuados
A candidata Dani Portela agradeceu o apoio. “O posicionamento da Rede contra as forças reacionárias que se apresentam atualmente no cenário político é de extrema importância para unirmos forças e retomarmos o processo democrático no País”, disse a postulante do PSOL.
Ainda na tentativa de manter a candidatura, Lóssio divulgou mensagens no Whatsapp e nas redes sociais alegando “perseguições”. “Nós sabemos que tem uma força oculta usando um pequeno grupo da Rede, que há pouco tempo estava trabalhando junto com o Palácio do Governo para tentar excluir nossa candidatura. Mas ela está registrada e quem digita 18 na urna vai me encontrar lá”, alfinetou.
A Rede pediu a retirada da candidatura de Júlio Lóssio. O trâmite do processo deve ser acelerado, tendo em vista a proximidade do pleito eleitoral. Agora o processo está nas mãos do Ministério Público Eleitoral, que vai dar um parecer sobre o caso. Na sequência, a questão deve ser apreciada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). O mais provável é que o plenário aprecie o caso até essa quarta-feira (3).
Na última semana antes da votação do 1º turno das eleições, candidatos se mobilizam para as más tentativas de angariar apoios e eleitores vão atrás de informações tanto sobre as opções em disputa quanto sobre os procedimentos para a votação.
Uma das principais dúvidas é o local de votação. É possível conferir seção, zona e endereço por diversos canais na internet.
No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor pode fazer a consulta. A opção está na página principal. Basta inserir o número do título de eleitor.
Para quem esqueceu o registro do documento, uma alternativa é preencher nome, nome da mãe e data de nascimento. O sistema apresenta número do título, seção, zona, endereço e município. VEJA TAMBÉM: análise estratificada da pesquisa Ibope entre os 4 candidatos mais pontuados
Para quem quiser usar as redes sociais, também há opções. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a obter essas informações.
Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter(@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).
No domingo (7), os eleitores brasileiros irão às urnas para escolher o futuro presidente da República, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal e 54 senadores, além dos representantes na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do DF. Até a próxima quinta-feira (4), os candidatos poderão usar o horário de propaganda gratuita para conquistar os votos do eleitorado brasileiro, que soma 147.302.357 pessoas.
Pela legislação, é crime arregimentar eleitores ou fazer propaganda de boca de urna no dia da votação – neste ano, 7 de outubro, das 8h às 17h. Essa proibição está prevista na Lei 9.504/97 e tem pena de detenção de seis meses a um ano, que pode ser convertida em prestação de serviços à comunidade, e multa.
No dia da eleição, também é vedado o uso de alto-falantes e amplificadores de som, bem como a realização de comícios e carreatas e a promoção de qualquer propaganda de candidato ou partido político. Também é proibido transportar eleitores até o local de votação, uma prática que era comum no passado, especialmente nos locais de difícil acesso. Somente a Justiça Eleitoral pode fornecer transporte e alimentação no dia da eleição.
Manifestação
Durante a votação,. é permitida manifestação individual e silenciosa do eleitor. Ou seja, a pessoa pode usar bandeiras, broches, dísticos e adesivos durante a votação. É proibido, porém, qualquer ato que caracterize manifestação coletiva, como aglomeração de pessoas usando roupas padronizadas.
Os servidores da Justiça Eleitoral, os mesários e os escrutinadores, nas seções eleitorais e juntas apuradoras, não podem usar roupas e objetos com propagandas de partido político ou candidato. Os fiscais partidários podem usar crachás com a sigla da legenda ou coligação, mas é vedado vestir roupas uniformizadas.
As pesquisas de intenção de voto realizadas antes das eleições poderão ser divulgadas a qualquer momento, inclusive no dia da votação. As pesquisas de boca de urna, no entanto, só poderão ser divulgadas após o término da votação, obedecido o horário local para as disputas de governador, senador e deputado federal, estadual e distrital. No caso de sondagens para presidente da República, somente depois do encerramento da votação em todo o território nacional.