Veja a composição do Senado para os próximos 4 anos


Composição do Senado 1º de fevereiro de 2015

Previsão para 1º de fevereiro de 2019



PMDB – 19 (23,45%)

MDB – 12 (14,81%)

PT – 13 (16,04%)

PSDB – 9 (11,11%)

PSDB – 11 (13,58%)

PSD – 7 (8,64%)

PDT – 6 (7,40%)

DEM – 6 (7,40%)

PSB – 6 (7,40%)

PT – 6 (7,40%)

PP – 5 (6,17%)

Podemos – 5 (6,17%)

DEM – 5 (6,17%)

PP – 5 (6,17%)

PR – 4 (4,93%)

Rede – 5 (6,17%)

PSD – 4 (4,93%)

PDT – 4 (4,93%)

PTB – 3 (3,70%)

PSL – 4 (4,93%)

PCdoB – 1 (1,23%)

PTB – 3 (3,70%)

PSC – 1 (1,23%)

PHS – 2 (2,46%)

PRB – 1 (1,23%)

PPS – 2 (2,46%)

Psol – 1 (1,23%)

PR – 2 (2,46%)

PPS – 1 (1,23%)

PSB – 2 (2,46%)


PRB – 1 (1,23%)


Pros – 1 (1,23%)


PRP – 1 (1,23%)


PSC – 1 (1,23%)


PTC – 1 (1,23%)


Solidariedade – 1 (1,23%)


Sem Partido – 1 (1,23%)



Apenas uma mulher disputa o 2º turno nos estados

Apenas uma mulher irá concorrer às eleições no dia 28, em segundo turno, e nenhuma conseguiu ser a mais votada no primeiro. Somente a candidata do PT ao governo do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, está na disputa. Com uma carreira política construída no Legislativo, ela é senadora pelo estado e cumpriu três mandatos como deputada federal.

No primeiro turno, Fátima Bezerra ficou na frente do candidato Carlos Eduardo (PDT). Mas, se ela for derrotada, não haverá mulheres governadoras em nenhum estado, antítese em um país cujo eleitorado é formado majoritariamente por mulheres.

Nas eleições de 2014, a atual governadora de Roraima, Suely Campos (PP), foi a única mulher eleita no país. Porém, este ano ela foi derrotada na tentativa de obter a reeleição. Em nota, a governadora afirmou ter recebido o estado em “situação difícil”.

O principal embate de Suely Campos foi com o governo federal e o Judiciário, ao tentar impedir o ingresso de imigrantes venezuelanos no estado.

Pelo menos 30 mulheres disputaram  o cargo de governador nas eleições. Dos 26 estados e o Distrito Federal, não houve candidatas do sexo feminino em oito unidades: Alagoas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul e Rondônia.

No Distrito Federal, havia duas mulheres candidatas, enquanto em Pernambuco e no Piauí havia três na corrida pelos governos.



Veja sucessos e insucessos para a Câmara dos Deputados

Com apenas 24 anos, João Campos (PSB), filho de Eduardo Campos - que governou Pernambuco por dois mandatos e faleceu em 2014 -, enquanto concorria à Presidência da República pelo PSB, está em primeiro lugar na lista de deputados federais de Pernambuco. Ele obteve uma grande votação: 459.811 votos.

Outro membro da família Arraes, Marília Arraes (PT), obteve 192.628, e está em segundo lugar entre os mais votados. Os dois fazem parte da tradicional elite da política local. O bisavô do agora deputado eleito era o político Miguel Arraes, também governador do estado. Arraes combateu e foi perseguido pela ditadura militar, sendo responsável pela refundação do PSB após o período de abertura democrática.

Após a morte do pai, João Campos ganhou notoriedade no partido e no cenário local. Enquanto ainda cursava a faculdade de Engenharia, o neto da ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, assumiu em 2016 a chefia de gabinete do governo de Pernambuco, comandado por Paulo Câmara, governador reeleito, aliado de Campos. A vaga no Congresso conquistada hoje é o primeiro cargo eletivo disputado por João Campos.

Insucessos

Já o filho do senador e ex- presidente Fernando Collor, Fernando James Braz Collor de Mello, teve 16.152 e ficou em 17° lugar. Foi a primeira vez ele concorreu a um cargo em nível nacional. São apenas oito vagas para a Câmara dos Deputados em Alagoas.

Rio de Janeiro

Os filhos de políticos presos pela Lava Jato no Rio de Janeiro não conseguiram um bom resultado na disputa pela Câmara. Danielle Cunha, filha de Eduardo Cunha, e Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral, ambos candidatos do MDB, ficaram mal posicionados no ranking e não conseguiram se eleger. Leonardo Picciani, filho de Jorge Picciani, também não conseguiu voltar a Brasília. O filho do prefeito Marcelo Crivella não se elegeu deputado federal. A filha do candidato cassado Anthony Garotinho, Clarissa Garotinho, obteve a reeleição. Seu irmão, Wladimir Garotinho, também estará na Câmara dos Deputados em 2019.

Brasília - Cristiane Brasil dá sua mensagem na sessão plenária para eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados  (Wilson Dias/Agência Brasil)

Cristiane Brasil não conseguiu a reeleição - Arquivo/Wilson Dias/Agência Brasil

Cristiane Brasil (PTB) perdeu a reeleição. Ela não pode assumir o Ministério do Trabalho por ter sido alvo de uma série de acusações. Ao contrário dos filhos do presidenciável, campeões de votos em São Paulo para a Câmara e no Rio de Janeiro para o Senado, a ex-mulher de Bolsonaro Cristina Bolsonaro (Pode) não conseguiu se eleger deputada.

Ainda no Rio, o PSOL enviará para a Câmara dos Deputados Marcelo Freixo, deputado estadual e ex-candidato à Prefeitura do Rio, que foi o segundo mais votado no estado: 342.491. Em primeiro lugar, está Hélio Fernando Barbosa Lopes, do PSL - partido do presidenciável Jair Bolsonaro - com 345.234.

Aécio e Gleisi

Dois senadores adversários, ambos envolvidos na Lava Jato, que optaram por tentar a Câmara, foram bem sucedidos: Aécio Neves (PSDB-MG), que recebeu mais de 50 milhões de votos para a Presidência em 2014, contabilizou agora modestos 106 mil votos. Já Gleisi Hoffmann (PT-PR) conquistou o dobro de Aécio, cerca de 212 mil.

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado durante debate se a CPI da Petrobras será exclusiva ou ampla. Na foto, a senadora Gleisi Hoffmann  (Valter Campanato/Agência Brasil)

Gleisi Hoffmann foi eleita deputada federal - Valter Campanato/Agência Brasil

Assim como o senador Aécio Neves (PSDB-MG), Gleisi Hoffmann optou por disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Ex-ministra da Casa Civil no governo Dilma Rousseff, um dos cargos mais importantes do governo, a senadora de 53 anos poderia se candidatar à reeleição este ano, mas nos últimos tempos viu a sua popularidade cair devido a denúncias de corrupção e à rejeição dos eleitores paranaenses ao PT.

Presidenta nacional do partido, ela assumiu a linha de frente da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba. Gleisi foi absolvida em junho deste ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF) dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em processo relativo à candidatura ao Senado em 2010, mas ela ainda é alvo de outras investigações.

Junto de Lula e outros ex-integrantes do ministério, ela foi denunciada no último dia 30 de abril, com base em delações premiadas de executivos da empreiteira Odebrecht. A acusação é de que a construtora teria fechado um acordo no qual seria beneficiada em troca de propina para a campanha de 2014. Criticando a atuação da Procuradoria-Geral da República, Gleisi e o PT negam as acusações. Ela diz que as denúncias não têm provas e foram obtidas a partir de delações "negociadas com criminosos" em busca de benefícios penais.

Assim como a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), Aécio Neves optou por disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Neto do ex-presidente eleito Tancredo Neves, Aécio foi governador de Minas Gerais por dois mandatos, depois de ocupar quatro mandatos seguidos como deputado, chegando a presidir a Câmara no início dos anos 2000.

Brasília - Senador Aécio Neves (PSDB-MG) fala à imprensa após o STF aceitar denúncia da PGR contra ele, pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça

Aécio Neves foi eleito deputado federal - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em maio do ano passado, após virem a público gravações de conversas com o dono do grupo JBS, Joesley Batista, o capital político do ex-governador de Minas Gerais caiu bastante. Nos áudios, o parlamentar se refere a colegas do Congresso Nacional com palavras de baixo calão. A principal acusação é de que o tucano teria recebido R$ 2 milhões em propina de Joesley. O inquérito em que é acusado de corrupção e obstrução de Justiça já foi recebido pelo STF, que ainda não julgou o tema.

Alvo de outros inquéritos no Supremo, o parlamentar nega as acusações. Segundo ele, o repasse do dinheiro era fruto de um empréstimo para pagar seus advogados. Na época, Aécio era presidente nacional do PSDB e se afastou do cargo. Em outubro do ano passado, o Senado decidiu reverter a decisão da Primeira Turma do STF que determinava seu afastamento parlamentar e recolhimento domiciliar noturno.



Bolsonaro vence em 16 estados e no DF; Haddad ganha em nove estados

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) teve a maioria dos votos válidos em 16 estados e no Distrito Federal.

Fernando Haddad (PT) ganhou em nove estados, a maioria no Nordeste.

Ciro Gomes teve a maior votação apenas no Ceará, com 41% dos votos válidos.

Bolsonaro e Haddad voltam a se enfrentar no segundo turno no dia 28 de outubro.


Humberto e Jarbas eleitos senadores de Pernambuco

O senador pelo estado de Pernambuco Humberto Costa (PT) se reelegeu ao cargo com 25,74% dos votos válidos. O deputado Jarbas Vasconcelos (MDB) também garantiu uma vaga, com 21,5% dos votos válidos com 99,69% das urnas. Os votos brancos somam 21,93% e os nulos, 54,63%. A abstenção está em 17,9%.

Humberto Costa tem 61 anos e concorre ao segundo mandato consecutivo de senador. Formado em medicina e em jornalismo, foi vereador em Recife, deputado estadual e federal. Entre 2007 e 2010, assumiu a Secretaria das Cidades de Pernambuco.

Ainda em 2010, concorreu ao Senado, quando foi eleito com mais de 3 milhões de votos, tornando-se o primeiro petista a representar o estado no Senado. Humberto Costa também foi ministro da Saúde no governo Lula e um dos mais atuantes opositores ao processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Natural de Vicência (PE), Jarbas Vasconcelos, 76 anos, concorre ao seu segundo mandato de senador. Advogado, foi deputado estadual (de 1971 a 1974) e deputado federal por três vezes. Elegeu-se prefeito de Recife por dois mandatos e governou Pernambuco de 1999 a 2006, ano em que foi eleito para o Senado.

Em 2015, elegeu-se deputado federal mais uma vez, cargo que ocupa atualmente. Parlamentar de postura independente, em 2017 foi favorável à abertura de investigação contra o presidente Michel Temer. Um ano antes, votara pelo impeachment de Dilma Rousseff.



Eleições 2018: Pernambuco reelege o governador Paulo Câmara

Paulo Câmara (PSB) venceu a disputa para o governo de Pernambuco, garantindo a reeleição com 50,66% dos votos válidos até o momento e não pode mais ser alcançado. Armando Monteiro (PTB) ficou em segundo lugar, com 36,01% dos votos válidos. Os votos brancos somam 6,85% e os nulos, 23,01%. A abstenção está em 17,90%.

Este foi o segundo pleito disputado pelo governador reeleito de Pernambuco. Câmara estreou nas urnas em 2014, apadrinhado pelo ex-governador Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo, durante a campanha presidencial de 2014. Pela segunda vez, Câmara foi eleito em primeiro turno, derrotando o senador Armando Monteiro. Economista de formação, o governador é pós-graduado em contabilidade e controladoria governamental e mestre em gestão pública pela Universidade Federal de Pernambuco.

Construiu uma carreira no serviço público, começando pelo Banco do Brasil, passando pelo Tribunal de Contas e pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco. Foi secretário de Administração, de Turismo e de Fazenda, nos dois mandatos de Eduardo Campos. Em 2013, sob a bênção de Campos, filiou-se ao PSB. No Palácio do Campo das Princesas, sofreu críticas ao nomear o filho de Campos, João Campos, para a chefia de gabinete do governo do estado. Apoiou o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas, para atrair os votos dos petistas, disse na campanha ter se arrependido da decisão. Tem 46 anos, é casado com Ana Luiza Câmara e tem duas filhas.




Numerologia mostra detalhes das disputas pelos governos no Nordeste

Pernambuco
Paulo Câmara (PSB), candidato à reeleição está na tentativa de vencer já no
primeiro turno, pois está com 51% dos votos válidos, um a mais que o necessário.
Ele pode aparecer com 48% também, e ficar dentro da margem de erro, indo para o
segundo turno. Segundo o Ibope, com 37%, Armando Monteiro (PTB) fica na torcida
para que as candidaturas de Júlio Lóssio (Rede), Dani Portela (PSOL) e Maurício
Rands (PROS) ajudem a impulsionar a disputa para um novo pleito.

IBOPE
Paulo 51%
Armando 37%
Lóssio 4%
Dani e Rands 3% cada

DATAFOLHA
Paulo 52%
Armando 35%
Dani 4%
Rands e Lóssio 3% cada

Bahia

Rui Costa PT 77%

Zé Ronaldo DEM 17%

O governador petista, com ampla base política, deixará o partido 16 anos no poder
na Bahia. Zé Ronaldo cresceu nos últimos dias após declarar apoio a Jair
Bolsonaro, mas não será suficiente para derrotar a força da reeleição de Rui.

Ceará

Camilo Santana PT 86%
General Theophilo PSDB 9%

Com um governo aprovado por mais de 70% dos cearenses, o governador Camilo
será reeleito. Ele é apoiado pelos presidenciáveis mais votados no estado: Ciro
Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT). Ter o apoio de Ciro ajuda candidatos no
Ceará. Quem foi apoiado por ele não perdeu uma eleição desde o fim da década de
80. General Theophilo foi “arrumado” de última hora pelo senador Tasso Jereissatti
(PSDB) para preencher a vaga da oposição.

Alagoas

Renan Filho MDB 83%
Pinto de Luna PROS 8%

O governador alagoano tinha mais dificuldades se Fernando Collor fosse candidato.
Como o senador retirou a candidatura, facilitou ainda mais para o emedebista.
Renan Filho, junto com seu pai Renan Calheiros, senador, colou em Lula e
Fernando Haddad, fazendo oposição ao governo Temer, e surfam na popularidade
petista na região.

Paraíba

João Azevedo PSB 49%
Zé Maranhão MDB 31%
Lucélio Cartaxo PV 18%

O candidato do atual governador Ricardo Coutinho (PSB), João Azevedo, está
próximo de uma vitória no primeiro turno, mas não é possível cravar a vitória.
Azevedo tem apoio de Lula e surfa com os petistas no estado. Zé Maranhão deve
ser o oponente do PSB no segundo turno, caso haja. Maranhão tem como
dificuldade a alta taxa de aprovação do governo Ricardo, com mais de 60% de
bom/ótimo. Eleição na Paraíba terá emoção.

Rio Grande do Norte

Fátima Bezerra PT 45%
Carlos Eduardo PDT 32%
Robinson Faria PSD 15%

Deve haver segundo turno no estado potiguar, com ameaça para a candidata
petista, que está estagnada nas últimas semanas. Carlos Eduardo começou com
15% e já dobrou suas intenções de voto. O ex-prefeito de Natal tem força na Grande
Natal e Fátima no interior. O atual governador Robinson Faria é o mais rejeitado,
com 49%, e não deve passar ao segundo turno. Seu governo foi marcado por
atrasos de pagamentos de servidores e escalada da violência.

Maranhão

Flávio Dino PCdoB 59%
Roseana Sarney MDB 32%

O clã Sarney deve passar mais quatro anos fora do poder. O governador Flávio
Dino, com ampla coligação, que vai do PT ao PPS e PSDB, deve liquidar a fatura já
neste primeiro turno. Dino tem um governo aprovado por mais da metade da
população e conta com a força do lulismo no estado maranhense. Apesar disso, é
de se reconhecer que o grupo Sarney não está acabado no estado. Mesmo com
desgaste, ainda tem um terço dos votos do estado mais pobre do Nordeste.

Piauí

Wellington Dias PT 53%
Dr. Pessoa SDD 22%
Luciano PSDB 15%

Com força do lulismo e do PT no estado, Wellington Dia sserá reeleito. Ele foi
governador de 2002 a 2010 e agora de 2018 a, provavelmente, 2022. Portanto, em
20 anos, ele terá governado o Piauí por 16. O PT é muito forte no estado por conta
das políticas de inclusão social.

Sergipe

Valadares Filho PSB 34%
Belivaldo PSC 33%
Eduardo Amorim PSDB 20%

Sergipe terá segundo turno. Valadares Filho tem a força de seu pai, senador
Antônio Carlos Valadares, tradicional quadro sergipano. Belivaldo, que assumiu o
governo em abril, após renúncia de Jackson Barreto (MDB) para se candidatar ao
Senado, tem apoio do PT e a força de Lula pode empurrá-lo para a vitória na “nova
eleição” do segundo turno. O apoio do senador Eduardo Amorim (PSDB), candidato
ao Governo, será decisivo.

Datafolha: Bolsonaro tem 40% dos votos válidos; Haddad, 25%; Ciro, 15%

O Instituto Datafolha divulgou neste sábado (6) a última pesquisa de intenções de voto para presidente da República antes do primeiro turno da eleição neste domingo (7). Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 40% dos votos válidos disputa presidencial – descontados nulos e brancos ou eleitores indecisos. Fernando Haddad (PT) tem 25% e Ciro Gomes (PDT), 15%. Geraldo Alckmin (PSDB) está com 8% e Marina Silva (Rede) e João Amoêdo (Novo) com 3%.

Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) aparecem com 2% das intenções de votos válidos. Guilherme Boulos (PSOL) e Cabo Daciolo (Patriota) têm 1% cada um. Vera Lúcia (PSTU), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.

O levantamento ouviu 19.552 eleitores em 382 municípios, na sexta-feira (5) e no sábado (6). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo e está registrada na Justiça Eleitoral.

Votos totais

No levantamento de votos totais (considerados brancos, nulos e os indecisos), os resultados são: Bolsonaro tem 36%, Haddad, 22%; Ciro, 13%; Alckmin, 7%; Marina, Amoêdo, 3%; Alvaro Dias e Meirelles, 2%; Cabo Daciolo e Boulos, 1%; Vera Lúcia, João Goulart Filho e Eymael não pontuaram.

Brancos e nulos somam 6%. Não sabem 4%.

Comparação

Na comparação com a pesquisa anterior, do dia 4 de outubro, Jair Bolsonaro oscilou de 36% para 40%. Fernando Haddad passou de 22% para 25%. Ciro Gomes oscilou de 13% para 15%. Alckmin passou de 7% para 8%. Marina manteve-se com 3%¨.

Rejeição

Em relação à rejeição aos candidatos, Jair Bolsonaro é apontado por 44% dos eleitores que declararam que não votariam de “jeito nenhum” no candidato no primeiro turno. A rejeição a Haddad é de 41%, Marina, 31%; Alckmin, 24%; Ciro, 21%; Meirelles,Boulos, Cabo Daciolo, Alvaro Dias, 15%; Eymael, 14%; Vera Lúcia, 13%; Amoêdo, João Goulart Filho, 12%.

Não sabem somam 3%. Votariam em qualquer um 1% e rejeitam todos, 2%.

Segundo turno

O Instituto Datafolha fez simulações de segundo turno entre os candidatos com as maiores pontuações. Veja os resultados:

Jair Bolsonaro (45%) X Fernando Haddad (43%). Eles estão tecnicamente empatados. Brancos e nulos somam 10% e não sabem 2%;

Em outro cenário, Ciro Gomes teria 47% e Jair Bolsonaro, 43%. Brancos e nulos somam 8% e não sabem 2%.

Bolsonaro (43%) e Alckmin (41%). Brancos e nulos somam 13% e não sabem 2%.

Alckmin (41%) e Haddad (38%). Brancos e nulos somam 18% e não sabem 2%.

 


Ibope: Bolsonaro tem 41% dos votos válidos; Haddad, 25%; Ciro, 13%

O Ibope Inteligência divulgou neste sábado a última pesquisa de intenção de votos para a Presidência da República antes do primeiro turno das eleições neste domingo (7). O candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 41% dos votos válidos e Fernando Haddad (PT) soma 25%. Ciro Gomes (PDT) tem 13% e Geraldo Alckmin (PSDB), 8%.

Marina Silva (Rede) e João Amoêdo (Novo) aparecem com 3% cada um.

Henrique Meirelles (MDB), Cabo Daciolo (Patriota), Alvaro Dias (Podemos) registram 2% cada. Guilherme Boulos (PSOL) tem 1%. Vera Lúcia (PSTU), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.

Os votos válidos não consideram os votos em branco, nulos e indecisos. Para vencer em primeiro turno, o candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

De acordo com o Ibope, nos votos totais (considerados brancos, nulos e eleitores indecisos), Bolsonaro atinge 36%, Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 7%; e Marina, 3%.

Amoêdo, Meirelles e Cabo Daciolo têm 2% cada. Alvaro Dias e Boulos, 1%. Vera Lúcia, João Goulart Filho e Eymael não pontuaram.

Brancos e nulos somam 7%. Não sabem ou não responderam 5%.

O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Evolução dos resultados

Na comparação com a pesquisa do dia 3 de outubro, Bolsonaro passou de 36% para 41%; Haddad de 22% para 25%.

Ciro oscilou de 11% para 13%; Alckmin de 7% para 8%; e Marina alcançou os mesmos 3% de intenção de votos.

Brancos e nulos passaram de 11% para 7% e não sabem ou não responderam oscilou de 6% para 5%.

Rejeição

A taxa de rejeição de Jair Bolsonaro é de 43% e de Fernando Haddad é de 36%. Marina tem 22%, Alckmin, 16%; Ciro, 15%; Meirelles, 10%; Alvaro Dias, Cabo Daciolo e Boulos, 9%; Eymael e Amoêdo, 8%; Vera Lúcia, 7%; João Goulart Filho, 6%.

Eleitores que votariam em todos somam 2% e não sabem ou não preferem opinar, 7%.

Segundo turno

Conforme o Ibope, uma eventual disputa em 2° turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, o candidato do PSL teria 45% dos votos e Haddad, 41%. Brancos e nulos somam 12% e não sabem, 3%.

Se o segundo turno fosse entre Ciro e Bolsonaro, Ciro venceria com 45%, Bolsonaro teria 41%, com 11% de votos em branco ou nulo e 2% não declararam.

Um disputa entre Alckmin e Bolsonaro, o tucano teria 40% e Bolsonaro, 43%. Nessa hipótese, 14% dos entrevistados declaram voto em branco ou nulo e 3% preferiram não declarar.

Jair Bolsonaro (46%) venceria em um eventual confronto com Marina (36%). Nesse cenário,15% dos entrevistados declaram voto em branco ou nulo e 3% preferiram não declarar.

O levantamento do Ibope foi realizado nos dias 5 e 6 de outubro e ouviu 3.010 eleitores. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.

 

 


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